04/06/13
Você às vezes deixa de fazer exercícios de desaquecimento depois de malhar? Se sim, talvez não esteja perdendo grande coisa.
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A maioria das pessoas aprende que reduzir a intensidade da malhação e fazer alongamentos antes de concluir uma atividade física impede a dor muscular, favorece a flexibilidade e acelera nossa recuperação fisiológica. Mas essas ideias não resistem bem a um exame mais atento.Num estudo publicado no "Journal of Human Kinetics", um grupo de 37 adultos ativos seguiu um programa cansativo de movimentos rápidos para frente, segurando halteres. Alguns dos voluntários fizeram aquecimento antes, pedalando por 20 minutos numa bicicleta ergométrica. Outros não fizeram aquecimento, mas se desaqueceram após os exercícios, com os mesmos 20 minutos na bicicleta. Outro grupo não fez nem aquecimento nem desaquecimento. No dia seguinte, os voluntários se submeteram a um exame de limiar de dor. Os voluntários que tinham feito aquecimento não estavam com músculos doloridos. Os que tinham desaquecido apresentaram um limiar de dor mais baixo: seus músculos doíam. O limiar de dor do grupo que fez desaquecimento foi igual ao do grupo de controle. O desaquecimento não contribuiu em nada para reduzir a dor. Em dois outros estudos, jogadores de futebol profissionais na Espanha passaram por testes físicos. Depois dos testes, alguns pararam de se exercitar, enquanto outros fizeram desaquecimento. Nos testes feitos em seguida, quase não houve diferença entre os dois grupos. "Os dados disponíveis sugerem de modo convincente que o desaquecimento não reduz a dor muscular pós-exercícios", diz Rob Herbert, pesquisador sênior da Neuroscience Research Australia e autor de um estudo precursor de 2007 sobre desaquecimento. Nesse experimento, adultos saudáveis passaram 30 minutos numa esteira ergométrica andando para trás em descida. Alguns dos voluntários primeiro andaram para frente por dez minutos, como aquecimento. Outros fizeram o mesmo depois, para se desaquecer. Ainda outros não fizeram nem aquecimento nem desaquecimento. Dois dias depois, o grupo que tinha feito desaquecimento estava tão dolorido quanto o grupo de controle. Especialistas dizem que uma razão para optar por um período de desaquecimento é que, após exercícios físicos vigorosos, o sangue pode se acumular na parte inferior do corpo, o que pode gerar tontura e desmaios. Uma caminhada curta, em vez de um desaquecimento mais formal, pode restaurar o fluxo de sangue ao cérebro, prevenindo a tontura. Mesmo que não tenha função maior, o desaquecimento pode ser agradável. Para Herbert, a não ser que descobertas científicas futuras indiquem o contrário, "as pessoas não deveriam se preocupar com o desaquecimento. Se gostarem, isso não lhes fará mal algum. Mas, se não tiverem vontade de fazê-lo, não há problema". |
Fonte: The New York Times
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terça-feira, 11 de junho de 2013
DESAQUECIMENTO PÓS-EXERCÍCIOS É DISPENSÁVEL, MOSTRAM ESTUDOS
GURU DA POSTURA SOCORRE DORES DE PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DO VALE DO SILÍCIO
04/06/13
Esther Gokhale acha que as pessoas sofrem de dor e disfunção porque esqueceram como usar seus corpos.
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Profissionais de escritório em todo o mundo vivem acorrentados à tecnologia, curvados sobre desktops, laptops, smartphones e tablets. Tudo isso cobra um preço do corpo.Esther Gokhale, que tem 52 anos e é uma guru da postura no Vale do Silício, acha que as pessoas sofrem de dor e disfunção porque esqueceram como usar seus corpos. Não é o ato de passar longos períodos sentados que nos causa dor, diz ela, é o modo como nos posicionamos. Gokhale não usa engenhocas "high-tech" ou terapias médicas para ajudar profissionais doloridos. Em vez disso, ela reapresenta a seus clientes o que afirma ser a "postura primal" --uma maneira de se posicionar que é compartilhada por bebês e criancinhas que estão aprendendo a andar e que, afirma, era comum entre nossos ancestrais, antes de a má postura ter se generalizado. É também uma postura que Gokhale observou quando fez pesquisas em uma dúzia de outros países, além da Índia, onde passou sua infância. Seu método já foi adotado por executivos, diretores e profissionais de algumas das maiores empresas do Vale do Silício, incluindo o Google e a Oracle. "Preciso fazer coisas que façam sentido e com as quais eu possa ver resultados. O trabalho de Esther é assim", comentou Susan Wojcicki, 44, uma dos vice-presidentes seniores do Google. Ela sofria de dor nas costas e no pescoço, que atribui ao fato de trabalhar demais sentada diante de uma mesa. Gokhale não é a primeira pessoa a sugerir que mudar de postura é a chave para ter uma espinha saudável. Os praticantes da técnica Alexander e os criadores do Instituto Aplomb, de Paris, também ajudam seus clientes a encontrar maneiras mais naturais e confortáveis de se posicionar. O pilates e a fisioterapia podem ajudar a postura e conscientizar as pessoas. Algumas empresas, como a Lumo BodyTech, vendem monitores de postura que oferecem a usuários de smartphones "feedbacks" sobre o modo como elas se posicionam corporalmente. A dor nas costas é algo que afeta a maior parte dos americanos. De acordo com Richard Deyo, professor na Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, oito em cada dez americanos sofrem de dor nas costas em algum momento de suas vidas. Os custos associados ao problema são enormes. Segundo uma estimativa publicada no "Journal of the American Medical Association", o tratamento de pessoas com dores nas costas e no pescoço em 2005 nos Estados Unidos custou US$ 86 bilhões. Como a dor nas costas é uma das principais razões da invalidez de trabalhadores, as faltas ao trabalho provocadas por ela podem custar aos empregadores perto de US$ 7 bilhões por ano, segundo um estudo. Deyo disse que, para a maioria das pessoas, as dores nas costas duram pouco. Mas os métodos para ajudar as pessoas que sofrem dor crônica são muitos. Usar uma mesa em que se possa trabalhar em pé tornou-se uma maneira popular de aliviar o desconforto. Exercícios, ioga, acupuntura e quiroprática também podem reduzir as dores. Os tratamentos médicos ainda são opções importantes, dizem médicos, apesar dos receios de que eles possam ter sido superutilizados. Esther Gokhale precisou enfrentar sua própria dor lombar, primeiro quando era estudante universitária que praticava ioga e depois como mãe jovem com ciática. Ela acabou passando por uma cirurgia por hérnia de disco, mas o procedimento não surtiu efeito. Quando os médicos sugeriram que ela tentasse uma segunda cirurgia, Gokhale iniciou uma busca por respostas. Nos cursos que ela ministra, os alunos reaprendem a sentar, a ficar em pé, a dormir e a andar. Ela diz que a maioria das pessoas tende a ficar relaxada e curva (pense numa espinha em formato de C) ou arqueada e tensa (um formato de S), o tipo de postura ereta que alguns pais exigem de seus filhos. Gokhale ajuda seus alunos a voltar para a postura que, segundo ela, a natureza pretendia de nós: ereta e relaxada (uma espinha em forma de J maiúsculo). Com cuidado, ela ajusta os corpos dos alunos de baixo para cima. Ela ajuda os clientes a relaxar a parte frontal da pelve para baixo, de modo que a linha da cintura se inclina para frente e o bumbum se projeta para trás, "para que seu bumbum fique atrás de você, não embaixo de você". Gokhale guia as caixas torácicas de alunos que se projetam demais para trás, para que fiquem alinhados com o abdome. Ela rola os ombros curvos dos alunos para cima e os traz suavemente para trás e para baixo. Ela ajuda um aluno a soltar a tensão em seu pescoço, centralizando sua cabeça sobre a espinha e puxando-a levemente para cima. O resultado é uma espinha alongada e bem posicionada, que muitos alunos dizem ser capazes de manter. |
Fonte: The New York Times
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SAIBA COMO MANTER A POSTURA CORRETA DURANTE EXERCÍCIO PARA EVITAR LESÕES
Atividade física deve ser feita com orientação e ajuda de um profissional. Além disso, equipamentos devem estar ajustados e em boas condições.
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Fazer exercício físico, seja aeróbico ou de fortalecimento muscular, é extremamente importante para a saúde, mas é preciso sempre ter orientação e ajuda de um profissional.
Esse cuidado deve ser ainda maior com os equipamentos da academia, por exemplo, que se não forem usados com a postura adequada, podem causar diversas lesões e consequências ruins para a saúde. De acordo com os especialistas, é importante ainda que esses aparelhos estejam sempre ajustados e em boas condições de uso, principalmente nas academias populares ou em parques da cidade. Além disso, o médico do esporte Gustavo Magliocca explicou que é muito importante fazer o alongamento antes e, se possível, depois de se exercitar para reduzir também o risco de lesões e dores. Há ainda a possibilidade de lesões nos exercícios livres, que dependem de maior estabilidade muscular, coordenação motora e consciência corporal. Depois que a pessoa consegue ter essa estabilidade e consciência do corpo, ela pode migrar para o uso desses aparelhos e, com a ajuda de um profissional, aprender a utilizá-los do jeito seguro. Por exemplo, no caso da bicicleta ergométrica, o principal erro é em relação ao banco. Muitas vezes, por não saber mexer ou por vergonha de pedir ajuda, a pessoa acaba não ajustando na altura correta e, por isso, faz o exercício com uma postura perigosa. Isso pode aumentar o risco de lesões de joelhos, quadril e coluna – e quanto maior a carga com a postura errada, maiores são os problemas. Já na esteira, é comum ver algumas pessoas correndo e fazendo bastante barulho – isso acontece porque elas pisam com o pé inteiro e impulsionam o corpo muito para cima, como se estivessem saltando. Segundo a educadora física Luciana Brait, a dica, nesse caso, é correr como se estivesse pisando em ovos, sempre com o calcanhar primeiro e só depois com a ponta dos pés. Dessa maneira, é possível evitar grandes impactos que podem causar complicações para as articulações dos joelhos, tornozelos e também para a lombar. Ainda nos exercícios mais livres, há também o Stiff, feito para trabalhar o posterior da coxa. Nesse exercício, a pessoa de pé segura uma barra com peso nas laterais, flexiona o tronco para a frente e desce com a barra até o chão. O problema nesse caso, segundo o médico Gustavo Magliocca, é que muita gente esquece de alinhar as pernas com os ombros e de flexionar um pouco os joelhos e, dessa maneira, não estabilizam a coluna e os braços, o que pode prejudicar os joelhos e a coluna. A educadora física Luciana Brait explicou também que no caso de exercícios com peso, é muito importante flexionar os joelhos para distribuir a carga para outras regiões do corpo. Se o joelho fica estendido, tensiona muito a região da lombar, o quadril e os joelhos e pode ser perigoso. Por outro lado, nos exercícios com aparelhos, o cuidado deve ser maior ainda. Por exemplo, no Leg Press, que trabalha o anterior das coxas, as articulações do quadril, joelhos, tornozelos e coluna são muito exigidas – nesse caso, a dica é deixar a coluna alinhada, a carga relativamente ajustada, os pés um pouco afastados e virados para fora e com a força concentrada no meio do joelho. Em relação à cadeira abdutora, muitas pessoas costumam inclinar o tronco para a frente e, de acordo com os especialistas, isso não traz nenhum problema desde que a coluna esteja reta. As pessoas costumam fazer isso porque deixa o exercício mais fácil e trabalha também com um número maior de músculos. O Pull Over, feito para as costas, também pode causar problemas, mas para a lombar, os ombros e os cotovelos. Ao puxar a barra, a dica nesse caso é colocá-la sempre à frente do corpo e nunca atrás para evitar prejuízos à coluna cervical e às articulações. Por fim, os especialistas explicam como fazer o exercício para os trapézios. A dica, nesse caso, é deixar sempre os braços totalmente estendidos - se o cotovelo é flexionado, o resultado não será atingido. Se a pessoa tiver muita dificuldade para levantar com o braço esticado, ela deve diminuir o peso. |
Fonte: G1
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Qual a importância de entender o que é a ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR e os problemas ligados a ela?
Fazer com que a população tome conhecimento das patologias ligadas à ATM é fundamental. Assim, as pessoas se atentam para os sintomas e, principalmente, entende-se que nem todo dentista pode tratar de problemas ligados ao tema, já que isso exige uma formação especializada.
Qual a melhor forma de tratar problemas nessa articulação?
Sem dúvidas começando por um diagnóstico correto. O tratamento está relacionado diretamente com o tipo da doença, não existindo um tratamento único ou universal.
A falta de tratamento para problemas dessa articulação pode prejudicar o corpo?
Os sintomas para problemas de ATM são muito variados. Dessa maneira, a capacidade de trabalhar e até mesmo as relações sociais e familiares podem ser abaladas. Em alguns casos, a falta do diagnóstico adequado pode fazer com que os pacientes sejam tratados como se tivessem problemas psicológicos.
Qual a relação de dores no corpo com a ATM?
Os problemas de ATM criam uma lesão articular, o que leva à alteração no funcionamento dos músculos. Como estes funcionam em cadeia, se um for afetado acaba atingindo todos os outros, tanto os que facilitam, como os que impedem certos movimentos.
Quais os cuidados que as pessoas devem ter com a articulação temporomandibular?
Os mesmos que com qualquer outra articulação, o que inclui o cuidado com os golpes. Acima de tudo, a recomendação é procurar um profissional capacitado assim que apareça um sintoma, pois alguns casos podem incluir infecções, o que exigirá cuidado especial.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=479870552090443&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1
Qual a melhor forma de tratar problemas nessa articulação?
Sem dúvidas começando por um diagnóstico correto. O tratamento está relacionado diretamente com o tipo da doença, não existindo um tratamento único ou universal.
A falta de tratamento para problemas dessa articulação pode prejudicar o corpo?
Os sintomas para problemas de ATM são muito variados. Dessa maneira, a capacidade de trabalhar e até mesmo as relações sociais e familiares podem ser abaladas. Em alguns casos, a falta do diagnóstico adequado pode fazer com que os pacientes sejam tratados como se tivessem problemas psicológicos.
Qual a relação de dores no corpo com a ATM?
Os problemas de ATM criam uma lesão articular, o que leva à alteração no funcionamento dos músculos. Como estes funcionam em cadeia, se um for afetado acaba atingindo todos os outros, tanto os que facilitam, como os que impedem certos movimentos.
Quais os cuidados que as pessoas devem ter com a articulação temporomandibular?
Os mesmos que com qualquer outra articulação, o que inclui o cuidado com os golpes. Acima de tudo, a recomendação é procurar um profissional capacitado assim que apareça um sintoma, pois alguns casos podem incluir infecções, o que exigirá cuidado especial.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=479870552090443&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1
Esclerose Múltipla
Tratando-se de uma doença que potencialmente afeta várias funções neurológicas, a reabilitação para pacientes com Esclerose Múltipla, geralmente, é feita através de uma equipe multidisciplinar, constituída por: médico, fisioterapeuta (motora e respiratória), fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, nutricionista, educador físico e assistente social.
O fisioterapeuta e sua participação como parte da equipe, tem como seus objetivos:
Manter ou aumentar as atividades funcionais, promover melhora na qualidade de vida;
Orientar e prevenir posturas viciosas e a utilização de órteses;
Estimular atividades físicas adaptadas e adaptações para facilitar as atividades de vida prática (cozinhar, lavar louça, dirigir, etc).
Os recursos utilizados na fisioterapia para pacientes com Esclerose Múltipla são:
Cinesioterapia, Eletroterapia, Crioterapia, Massoterapia e Hidroterapia.
A Cinesioterapia é uma forma de terapia através de exercícios, onde são conhecidos vários métodos (Bobath, Kabat, etc).
A Eletroterapia seria a utilização de equipamentos eletroterápicos (TENS e Ultra-som).
A Massoterapia é a utilização da massagem,com várias técnicas (Shiatsu, Do-in, Ayurvédica e Clássica).
A Hidroterapia é um recurso onde utiliza-se a água, seja ela na sua forma líquida (piscina, compressas e ingestão), como sua forma sólida, a Crioterapia (gelo).
A escolha da técnica deverá ser sempre discutida com o paciente, valorizando-se as manifestações clínicas, tais como:
Fadiga: Fisioterapia e Hidroterapia.
Os exercícios de relaxamento e alongamentos são mais indicados, sendo que a hidroterapia poderá trazer maiores benefícios;
Fraqueza: Fisioterapia e Hidroterapia.
Os exercícios de fortalecimento deverão ser realizados com cuidado para que o paciente não fadigue. A hidroterapia é uma indicação para pacientes com muita fadiga;
Parestesia e Dor: Massagem, Eletroterapia, Crioterapia e Hidroterapia.
Dependendo da intensidade da dor, os recursos que venham promover uma analgesia mais rápida, como a crioterapia e ou a aplicação do T.E.N.S, seriam mais indicados para atuar como método auxiliar na fisioterapia. A massagem seria de total importância para analgesia, relaxamento e estimulação proprioceptiva (percepção do músculo e do movimento). A hidroterapia já atua com objetivo de analgesia e relaxamento;
Ataxia (movimentos involuntários): Fisioterapia, Hidroterapia e Esporte Adaptado.
A fisioterapia e a hidroterapia atuam no controle do movimento, equilíbrio, coordenação e treino de marcha e, se necessário, a utilização de bengala ou andador, dependendo da dificuldade do paciente. O esporte adaptado atua com o controle de movimento, concentração e ritmo;
Espasticidade: Fisioterapia e Hidroterapia.
O aumento de tônus muscular deverá ser adequado com relaxamento, controle do movimento com poucas repetições de exercícios e sem resistência ou carga e alongamentos; tanto na fisioterapia como na hidroterapia.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Estrutura e função muscular de Motricidade Humana
Definição muscular
A função básica do músculo é gerar força. Secundariamente, os músculos podem fornecer alguma forma para o organismo. Anatomicamente e funcionalmente, o músculo pode ser dividido em dois tipos: estriados e lisos. Músculo estriado ou listrado pode ser dividido em músculo esquelético e cardíaco (coração). Independentemente do tipo, todos os músculos partilham as seguintes propriedades básicas Gowitzke e Milner (1988);
• Condutividade: Um músculo tem a capacidade de realizar um potencial de ação.
• Irritabilidade: Quando estimulado, o músculo vai reagir.
• Contração: Um músculo pode encurtar ou produzir tensão entre suas extremidades.
• Relaxamento: Um músculo pode retornar às propriedades de descanso após a contração.
• Distensibilidade: Um músculo pode ser esticado por uma força externa do próprio músculo.
• Elasticidade: O músculo vai resistir ao alongamento e vai voltar à sua posição original após o alongamento passivo ou ativo. A elasticidade é o oposto de distensibilidade.
O músculo liso do músculo estriado e podem facilmente ser diferenciados uns dos outros numa variedade de maneiras, incluindo aparência. Por exemplo, o músculo liso é uni-nucleado e contém sarcômeros (as unidades funcionais do músculo), que estão dispostos em ângulo oblíquo em relação ao outro; sob um microscópio de luz, o músculo liso parece ter relativamente traços característicos, como resultado da orientação dos sarcômeros. Por outro lado, o músculo estriado contém proteínas chamadas matrizes miofibrilas que são paralelas e assim formam estrias ou listras. O músculo cardíaco pode ser facilmente identificado como distinto de músculo esquelético pela aparência e as diferenças em função, tais como a capacidade intrínseca de um contrato.
Estrutura e função muscular
O músculo esquelético é encontrado em muitos tamanhos e formas diferentes. Os pequenos músculos do olho pode conter apenas algumas centenas de células, enquanto que o vasto lateral pode conter centenas de milhares de células musculares. A forma do músculo depende da sua arquitetura geral, que por sua vez ajuda a definir a função do músculo. Alguns músculos, como os glúteos, são bastante espessos, alguns, tais como o músculo sartório, são longos e relativamente delgados, e outros, tais como os extensores dos dedos, têm longos tendões. Estas diferenças na forma muscular e arquitetura permitem o funcionamento eficaz sobre uma gama relativamente ampla de tarefas.
Por exemplo, os músculos mais espessos, com uma grande área de secção transversal podem produzir grandes quantidades de força, músculos longos podem contrair a uma distância maior e desenvolver maiores velocidades de encurtamento; músculos com longos tendões podem formar arranjos de polias que permitem grande circulação externa (por exemplo, agarrar pelos dedos) com relativamente pequeno movimento dos músculos e dos tendões. Alguns músculos longos e finos como o sartório e bíceps femoral são divididos por faixas fibrosas transversais que formam seções distintas ou compartimentos (McComas 1996).
Os compartimentos individuais podem ter distribuições de tipos de fibra diferentes e áreas transversais diferentes (Inglês e Ledbetter, 1982). Cada compartimento tem uma inervação separada, no entanto, os neurônios motores individuais, muitas vezes inervam fibras musculares em compartimentos adjacentes. Mas os resultados funcionais de compartimentalização não são completamente compreendidos.
As fibras musculares podem ser organizadas em dois padrões estruturais básicos: fusiformes e pinadas (penados). Em muitos dos músculos maiores, as fibras são inseridas obliquamente no tendão, e esta disposição se assemelha a uma pena. As fibras em um músculo pinado são normalmente mais curtas do que as de um músculo fusiforme. A disposição das fibras musculares pinuladas podem ser simples ou duplas, tal como nos músculos do antebraço, ou multipinnate, como no grande glúteo ou deltóide.
Nas fibras de músculo pinado a quantidade de força exercida sobre o tendão pode ser calculada usando o co-seno do ângulo de inserção. Em repouso, o ângulo de pinação na maioria dos músculos dos seres humanos é de cerca de 10 ° ou menos, e não parece ter um efeito marcante sobre a maioria das propriedades funcionais, tais como a produção de força. No entanto, durante a contração do músculo do ângulo de pinação pode variar e pode mudar alguns parâmetros funcionais, pelo menos em alguns músculos. É possível que, a contração do músculo do ângulo de pinação aumente o suficiente para diminuir a velocidade de contração e aumentar a produção de força.
Cerca de 85% da massa de um músculo é feita de fibras musculares, enquanto os restantes 15% são principalmente tecido conjuntivo. No músculo, o tecido conjuntivo é em grande parte responsável pela transmissão de forças, como por exemplo a transmissão de forças a partir do músculo do osso pelo tendão. Elasticidade e distensibilidade dos tecidos conjuntivos ajudam a garantir que a tensão desenvolvida pelo músculo seja transmitida suavemente e que um músculo irá retornar à sua forma original depois de ter sido esticado.
Durante a contração, o músculo não pode desenvolver ativamente força ou realizar trabalho contra uma resistência até que os componentes elásticos sejam esticados para fora e a tensão muscular e resistência (carga) estejam em equilíbrio.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=478387592238739&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1
A função básica do músculo é gerar força. Secundariamente, os músculos podem fornecer alguma forma para o organismo. Anatomicamente e funcionalmente, o músculo pode ser dividido em dois tipos: estriados e lisos. Músculo estriado ou listrado pode ser dividido em músculo esquelético e cardíaco (coração). Independentemente do tipo, todos os músculos partilham as seguintes propriedades básicas Gowitzke e Milner (1988);
• Condutividade: Um músculo tem a capacidade de realizar um potencial de ação.
• Irritabilidade: Quando estimulado, o músculo vai reagir.
• Contração: Um músculo pode encurtar ou produzir tensão entre suas extremidades.
• Relaxamento: Um músculo pode retornar às propriedades de descanso após a contração.
• Distensibilidade: Um músculo pode ser esticado por uma força externa do próprio músculo.
• Elasticidade: O músculo vai resistir ao alongamento e vai voltar à sua posição original após o alongamento passivo ou ativo. A elasticidade é o oposto de distensibilidade.
O músculo liso do músculo estriado e podem facilmente ser diferenciados uns dos outros numa variedade de maneiras, incluindo aparência. Por exemplo, o músculo liso é uni-nucleado e contém sarcômeros (as unidades funcionais do músculo), que estão dispostos em ângulo oblíquo em relação ao outro; sob um microscópio de luz, o músculo liso parece ter relativamente traços característicos, como resultado da orientação dos sarcômeros. Por outro lado, o músculo estriado contém proteínas chamadas matrizes miofibrilas que são paralelas e assim formam estrias ou listras. O músculo cardíaco pode ser facilmente identificado como distinto de músculo esquelético pela aparência e as diferenças em função, tais como a capacidade intrínseca de um contrato.
Estrutura e função muscular
O músculo esquelético é encontrado em muitos tamanhos e formas diferentes. Os pequenos músculos do olho pode conter apenas algumas centenas de células, enquanto que o vasto lateral pode conter centenas de milhares de células musculares. A forma do músculo depende da sua arquitetura geral, que por sua vez ajuda a definir a função do músculo. Alguns músculos, como os glúteos, são bastante espessos, alguns, tais como o músculo sartório, são longos e relativamente delgados, e outros, tais como os extensores dos dedos, têm longos tendões. Estas diferenças na forma muscular e arquitetura permitem o funcionamento eficaz sobre uma gama relativamente ampla de tarefas.
Por exemplo, os músculos mais espessos, com uma grande área de secção transversal podem produzir grandes quantidades de força, músculos longos podem contrair a uma distância maior e desenvolver maiores velocidades de encurtamento; músculos com longos tendões podem formar arranjos de polias que permitem grande circulação externa (por exemplo, agarrar pelos dedos) com relativamente pequeno movimento dos músculos e dos tendões. Alguns músculos longos e finos como o sartório e bíceps femoral são divididos por faixas fibrosas transversais que formam seções distintas ou compartimentos (McComas 1996).
Os compartimentos individuais podem ter distribuições de tipos de fibra diferentes e áreas transversais diferentes (Inglês e Ledbetter, 1982). Cada compartimento tem uma inervação separada, no entanto, os neurônios motores individuais, muitas vezes inervam fibras musculares em compartimentos adjacentes. Mas os resultados funcionais de compartimentalização não são completamente compreendidos.
As fibras musculares podem ser organizadas em dois padrões estruturais básicos: fusiformes e pinadas (penados). Em muitos dos músculos maiores, as fibras são inseridas obliquamente no tendão, e esta disposição se assemelha a uma pena. As fibras em um músculo pinado são normalmente mais curtas do que as de um músculo fusiforme. A disposição das fibras musculares pinuladas podem ser simples ou duplas, tal como nos músculos do antebraço, ou multipinnate, como no grande glúteo ou deltóide.
Nas fibras de músculo pinado a quantidade de força exercida sobre o tendão pode ser calculada usando o co-seno do ângulo de inserção. Em repouso, o ângulo de pinação na maioria dos músculos dos seres humanos é de cerca de 10 ° ou menos, e não parece ter um efeito marcante sobre a maioria das propriedades funcionais, tais como a produção de força. No entanto, durante a contração do músculo do ângulo de pinação pode variar e pode mudar alguns parâmetros funcionais, pelo menos em alguns músculos. É possível que, a contração do músculo do ângulo de pinação aumente o suficiente para diminuir a velocidade de contração e aumentar a produção de força.
Cerca de 85% da massa de um músculo é feita de fibras musculares, enquanto os restantes 15% são principalmente tecido conjuntivo. No músculo, o tecido conjuntivo é em grande parte responsável pela transmissão de forças, como por exemplo a transmissão de forças a partir do músculo do osso pelo tendão. Elasticidade e distensibilidade dos tecidos conjuntivos ajudam a garantir que a tensão desenvolvida pelo músculo seja transmitida suavemente e que um músculo irá retornar à sua forma original depois de ter sido esticado.
Durante a contração, o músculo não pode desenvolver ativamente força ou realizar trabalho contra uma resistência até que os componentes elásticos sejam esticados para fora e a tensão muscular e resistência (carga) estejam em equilíbrio.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=478387592238739&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1
sábado, 1 de junho de 2013
TORCICOLO
Quem nunca sentiu dores na nuca ou teve um torcicolo? Sabe aquela tensão sobre os ombros que aparece quase que constantemente no final do dia? Pois é, esses são sinais de que a região cervical está sobrecarregada.
Vícios posturais, como ler na cama, andar e sentar de maneira incorreta provocam dores na coluna e a cervical é uma das regiões mais atingidas, causando até dor de cabeça. Segundo estudos realizados em 2009 pela Sociedade Brasileira de Estudos da Dor, a cervicalgia afeta entre 30% a 50% da população todos os anos, sendo que 15% apresentam alguma dor em região cervical ao longo de suas vidas.
Com esses dados, podemos observar que é mais comum do que imaginamos. Atualmente, com o avanço da tecnologia, um dos principais fatores que colaboram para elevação desses números é a permanência de longos períodos na frente do computador. Esta ação gera uma flexão excessiva do pescoço, visto que este é o grande responsável por equilibrar nossa cabeça e realizar os movimentos para dirigir a visão.
Como a cervical é a região mais móvel da nossa coluna, ela sofre contrações que aumentam a tensão em todas as estruturas, principalmente as musculares. As contrações podem ser irradiadas para os membros superiores.
Como cuidar ou prevenir essa dor tão incômoda? Alongar diariamente auxilia na redução da tensão gerada ao longo do dia. Tratamentos como Pilates ou RPG são excelentes recursos terapêuticos que têm como objetivo reeducar a postura, fortalecer a musculatura e melhorar a conscientização corporal para que as dores e as causas possam ser eliminadas do seu cotidiano.
Procure um Fisioterapeuta...
FONTE: https://www.facebook.com/fisioterapiacom?fref=ts
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Mitos e verdades sobre a Coluna Lombar
MITOS E VERDADES SOBRE A COLUNA LOMBAR
Ficar muitas horas sentado, em frente ao computador, pode desencadear o distúrbio.
VERDADE: Permanecer muito tempo na mesma posição, ainda que da forma adequada, pode trazer dor lombar. Por isso, osmédicos aconselham alternar períodos de trabalho sentado com pequenas caminhadas e alongamentos. Caso a pessoa sente de maneira incorreta, aí é problema na certa.
É possível tratar a dor, e resolver o problema, em poucos meses. MITO: o tratamento envolve diferentes áreas e mudanças de hábito, dependendo muito da ajuda do próprio paciente. Na conduta clínica, entra em cena uma somatória de terapias capazes de devolver o bem-estar ao indivíduo, porém este processo demanda tempo e requer a colaboração irrestrita de quem está sendo tratado. Para chegar ao melhor caminho, é preciso avaliar o histórico de cada pessoa e, a partir daí, indicar repouso, medicamentos, Fisioterapia, exercícios físicos, RPG (Reeducação Postural Global) e até cirurgia, se for o caso. Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser empregados, assim como cuidados cotidianos: evitar movimentos errados, não ficar acima do peso, manter uma postura correta ao sentar e deitar, levantar a cada duas horas em viagens de longa duração, fazer alongamentos ao longo do dia e, após uma rotina com atividades intensas ou quando se ficou muito tempo em pé, deitar com as pernas para cima, apoiadas em um travesseiro, para relaxar a coluna.
É possível prevenir a lombalgia com cuidados simples no dia a dia. VERDADE: a correção postural, por exemplo, é a primeira providência a ser tomada, especialmente a maneira como a pessoa senta na escola ou no trabalho. A prevenção da lombalgia de origem muscular e sobrecarga na coluna começa com controle de peso, condicionamento muscular e ajuste postural nas diversas atividades cotidianas. Várias outras atitudes ajudam: evitar carregar peso; não permanecer curvado por muito tempo; quando se abaixar, flexionar os joelhos sem dobrar a coluna; evitar colchão mole ou duro demais, principalmente se o indivíduo é muito magro; prestar atenção na postura em todas as situações, como ao dirigir automóvel, por exemplo; manter um bom alongamento muscular, especialmente das pernas; para quem trabalha em pé, tomar todo o cuidado com a coluna; e, quando fizer exercício com peso, proteger as costas deitando ou sentando com apoio. O público que fica muito tempo na mesma posição deve fazer intervalos para alongar a coluna e minimizar a pressão e o esforço na região lombar.
A cirurgia é sempre indicada.
MITO: em 85% das ocorrências, ela não é necessária. Na grande maioria dos casos, atitudes como perda de peso e atividade física regular, com fortalecimento da musculatura abdominal e alongamento dos membros inferiores, obtêm sucesso. Quando há uma doença na estrutura da coluna vertebral, afetando áreas como o disco intervertebral, as facetas articulares, o alinhamento das vértebras ou o diâmetro em que se localizam os nervos, opta-se pela cirurgia. É claro que sempre prefere-se tratar sem operação. Só é cogitada quando não há mais opções. Mesmo dores oriundas pela hérnia de disco, por exemplo, são resolvidas sem intervenção. Procedimentos cirúrgicos são exceção, indicados para quadros especiais - como escorregamento da vértebra, que é progressiva, e na falha dos métodos conservadores. É importante salientar que, se a conduta adequada não for feita, metade dos pacientes que sofrem um episódio de lombalgia terá pelo menos uma nova crise em menos de um ano.
Dor nas costas será sempre lombalgia.
MITO: fortes dores na área podem ser sintomas de distúrbios graves, como pedra nos rins, infecção renal e aneurisma da aorta abdominal (dilatação da principal artéria do corpo).
Se tomar remédio para dor nas costas, vou me tornar viciado. MITO: a maioria dos medicamentos de primeira linha para esta finalidade não são viciantes. Quem afirma é Eduardo Iunes, graduado em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho (Unesp), com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna. "Com diagnóstico adequado, plano de tratamento definido e monitoramento médico apropriado, os remédios ajudam. Se o profissional prescreveu o analgésico codeína, por exemplo, é importante que o paciente compreenda que o fármaco integra um plano de tratamento que inclui outras opções para aliviar a dor, como a fisioterapia e a prática de exercícios físicos.
A disfunção acomete mais os idosos.
MITO: cada vez mais indivíduos de todas as faixas etárias aparecem com dor lombar. Em outras palavras, crianças, jovens e adultos podem sofrer com o problema, apresentando causas e intensidades diferentes. Na maioria absoluta desses casos, algum distúrbio postural está presente de forma preponderante. Atinge pessoas de qualquer idade, ainda mais a nova geração que passa muito tempo em frente ao computador, sentada de maneira incorreta.
Dormir em colchão duro evita a dor nas costas.
MITO: Todos concordam que colchão muito macio é fator desencadeante da dor lombar. Porém, não podemos afirmar que um colchão inflexível seja fator decisivo na prevenção do mal. O recomendável é escolher um modelo adequado ao peso e à altura, firme mas não rígido, para acomodar as costas de forma apropriada.
Salto alto é prejudicial à coluna e pode gerar a disfunção. VERDADE: o motivo é que exige maior esforço da coluna: quando é muito alto, leva a mulher a forçar a curvatura das costas para trás de forma a manter o equilíbrio. O uso deste calçado aumenta a solicitação sobre a musculatura lombar, e pode ser fator propulsor para a dor. Paradoxalmente, o sapato sem salto algum também leva ao distúrbio por exigir trabalho extra dos músculos das pernas. Por isso, o ideal é usar o salto baixo, de até no máximo 4 cm.
Dores por mais de três meses já são consideradas crônicas. MITO: Para ser crônica, a dor precisa estar alojada há mais de seis meses, e sem nenhuma melhora com o tratamento. No mundo, a incidência da lombalgia é impressionante: além do fato de que 85% da população têm ou terão ao menos um episódio ao longo da vida, calcula-se que 40% sofrerão com as dores crônicas.
RPG é um dos métodos mais eficientes para resolver o problema. VERDADE: e isso tanto para jovens como para idosos. A abordagem da Reeducação Postural Global propõe uma visão integrada, promovendo a conscientização corporal e resultando em amplitude de movimentos, relaxamento, fortalecimento muscular e consequente alívio da dor. Durante a prática, são empregadas posturas de alongamento muscular ativo e progressivo associadas a respiração e técnicas específicas, restabelecendo a harmonia entre os músculos e interrompendo o ciclo de desenvolvimento de tensões e desconfortos. Assim, corrigindo o mau uso que o aluno faz de seus músculos, ossos e articulações, restitui a boa morfologia e induz a movimentos conscientes.
Quanto mais forte e alongada for a musculatura, menos chance de surgir lombalgia.
VERDADE: ficar muito tempo sentado em posições não ergonômicas, e com postura fixa, gera sobrecarga muscular e dor lombar. O condicionamento da musculatura reduz as ocorrências. Além de diminuir a carga dos músculos, ajuda a não desenvolver dores. Os músculos dissipam grande parte da carga aplicada pelo corpo na região lombar. Estando os mesmos fortes e alongados, o peso sobre a coluna é minimizado e, assim, diminuem as chances de se desenvolver dor.
A Fisioterapia é indicada quando a dor é persistente e muito incômoda.
VERDADE: neste caso, o paciente deve realizar o tratamento fisioterapêutico diariamente até que a situação geral melhore. Nas sessões, o profissional lançará mão de alguns aparelhos para aliviar a dor e diminuir a inflamação, assim como introduzirá alongamentos e exercícios de fortalecimento muscular. O emprego de uma bolsa de água morna, por cerca de 20 minutos, também pode representar grande consolo para os momentos de crise.
Uma das principais causas da lombalgia é o excesso de peso. VERDADE: Como aumenta a pressão na região, o sobrepeso origina, sim, a dor nas costas. Músculos e articulações são sobrecarregados. Engordar pode ser um fator adicional para a ocorrência, porém não conclusivo. Há outros agentes: erros posturais, principalmente, e ainda prática de exercícios abusiva e sem acompanhamento, envelhecimento natural do corpo (já que ossos e músculos perdem densidade, aumentando risco de lesões), falta de condicionamento físico, gravidez, questões emocionais e distúrbios como hérnia de disco, artrose, osteoporose, inflamações pélvicas, leucemia, anemia e males articulares degenerativos.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=466911653386333&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
Ficar muitas horas sentado, em frente ao computador, pode desencadear o distúrbio.
VERDADE: Permanecer muito tempo na mesma posição, ainda que da forma adequada, pode trazer dor lombar. Por isso, osmédicos aconselham alternar períodos de trabalho sentado com pequenas caminhadas e alongamentos. Caso a pessoa sente de maneira incorreta, aí é problema na certa.
É possível tratar a dor, e resolver o problema, em poucos meses. MITO: o tratamento envolve diferentes áreas e mudanças de hábito, dependendo muito da ajuda do próprio paciente. Na conduta clínica, entra em cena uma somatória de terapias capazes de devolver o bem-estar ao indivíduo, porém este processo demanda tempo e requer a colaboração irrestrita de quem está sendo tratado. Para chegar ao melhor caminho, é preciso avaliar o histórico de cada pessoa e, a partir daí, indicar repouso, medicamentos, Fisioterapia, exercícios físicos, RPG (Reeducação Postural Global) e até cirurgia, se for o caso. Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser empregados, assim como cuidados cotidianos: evitar movimentos errados, não ficar acima do peso, manter uma postura correta ao sentar e deitar, levantar a cada duas horas em viagens de longa duração, fazer alongamentos ao longo do dia e, após uma rotina com atividades intensas ou quando se ficou muito tempo em pé, deitar com as pernas para cima, apoiadas em um travesseiro, para relaxar a coluna.
É possível prevenir a lombalgia com cuidados simples no dia a dia. VERDADE: a correção postural, por exemplo, é a primeira providência a ser tomada, especialmente a maneira como a pessoa senta na escola ou no trabalho. A prevenção da lombalgia de origem muscular e sobrecarga na coluna começa com controle de peso, condicionamento muscular e ajuste postural nas diversas atividades cotidianas. Várias outras atitudes ajudam: evitar carregar peso; não permanecer curvado por muito tempo; quando se abaixar, flexionar os joelhos sem dobrar a coluna; evitar colchão mole ou duro demais, principalmente se o indivíduo é muito magro; prestar atenção na postura em todas as situações, como ao dirigir automóvel, por exemplo; manter um bom alongamento muscular, especialmente das pernas; para quem trabalha em pé, tomar todo o cuidado com a coluna; e, quando fizer exercício com peso, proteger as costas deitando ou sentando com apoio. O público que fica muito tempo na mesma posição deve fazer intervalos para alongar a coluna e minimizar a pressão e o esforço na região lombar.
A cirurgia é sempre indicada.
MITO: em 85% das ocorrências, ela não é necessária. Na grande maioria dos casos, atitudes como perda de peso e atividade física regular, com fortalecimento da musculatura abdominal e alongamento dos membros inferiores, obtêm sucesso. Quando há uma doença na estrutura da coluna vertebral, afetando áreas como o disco intervertebral, as facetas articulares, o alinhamento das vértebras ou o diâmetro em que se localizam os nervos, opta-se pela cirurgia. É claro que sempre prefere-se tratar sem operação. Só é cogitada quando não há mais opções. Mesmo dores oriundas pela hérnia de disco, por exemplo, são resolvidas sem intervenção. Procedimentos cirúrgicos são exceção, indicados para quadros especiais - como escorregamento da vértebra, que é progressiva, e na falha dos métodos conservadores. É importante salientar que, se a conduta adequada não for feita, metade dos pacientes que sofrem um episódio de lombalgia terá pelo menos uma nova crise em menos de um ano.
Dor nas costas será sempre lombalgia.
MITO: fortes dores na área podem ser sintomas de distúrbios graves, como pedra nos rins, infecção renal e aneurisma da aorta abdominal (dilatação da principal artéria do corpo).
Se tomar remédio para dor nas costas, vou me tornar viciado. MITO: a maioria dos medicamentos de primeira linha para esta finalidade não são viciantes. Quem afirma é Eduardo Iunes, graduado em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho (Unesp), com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna. "Com diagnóstico adequado, plano de tratamento definido e monitoramento médico apropriado, os remédios ajudam. Se o profissional prescreveu o analgésico codeína, por exemplo, é importante que o paciente compreenda que o fármaco integra um plano de tratamento que inclui outras opções para aliviar a dor, como a fisioterapia e a prática de exercícios físicos.
A disfunção acomete mais os idosos.
MITO: cada vez mais indivíduos de todas as faixas etárias aparecem com dor lombar. Em outras palavras, crianças, jovens e adultos podem sofrer com o problema, apresentando causas e intensidades diferentes. Na maioria absoluta desses casos, algum distúrbio postural está presente de forma preponderante. Atinge pessoas de qualquer idade, ainda mais a nova geração que passa muito tempo em frente ao computador, sentada de maneira incorreta.
Dormir em colchão duro evita a dor nas costas.
MITO: Todos concordam que colchão muito macio é fator desencadeante da dor lombar. Porém, não podemos afirmar que um colchão inflexível seja fator decisivo na prevenção do mal. O recomendável é escolher um modelo adequado ao peso e à altura, firme mas não rígido, para acomodar as costas de forma apropriada.
Salto alto é prejudicial à coluna e pode gerar a disfunção. VERDADE: o motivo é que exige maior esforço da coluna: quando é muito alto, leva a mulher a forçar a curvatura das costas para trás de forma a manter o equilíbrio. O uso deste calçado aumenta a solicitação sobre a musculatura lombar, e pode ser fator propulsor para a dor. Paradoxalmente, o sapato sem salto algum também leva ao distúrbio por exigir trabalho extra dos músculos das pernas. Por isso, o ideal é usar o salto baixo, de até no máximo 4 cm.
Dores por mais de três meses já são consideradas crônicas. MITO: Para ser crônica, a dor precisa estar alojada há mais de seis meses, e sem nenhuma melhora com o tratamento. No mundo, a incidência da lombalgia é impressionante: além do fato de que 85% da população têm ou terão ao menos um episódio ao longo da vida, calcula-se que 40% sofrerão com as dores crônicas.
RPG é um dos métodos mais eficientes para resolver o problema. VERDADE: e isso tanto para jovens como para idosos. A abordagem da Reeducação Postural Global propõe uma visão integrada, promovendo a conscientização corporal e resultando em amplitude de movimentos, relaxamento, fortalecimento muscular e consequente alívio da dor. Durante a prática, são empregadas posturas de alongamento muscular ativo e progressivo associadas a respiração e técnicas específicas, restabelecendo a harmonia entre os músculos e interrompendo o ciclo de desenvolvimento de tensões e desconfortos. Assim, corrigindo o mau uso que o aluno faz de seus músculos, ossos e articulações, restitui a boa morfologia e induz a movimentos conscientes.
Quanto mais forte e alongada for a musculatura, menos chance de surgir lombalgia.
VERDADE: ficar muito tempo sentado em posições não ergonômicas, e com postura fixa, gera sobrecarga muscular e dor lombar. O condicionamento da musculatura reduz as ocorrências. Além de diminuir a carga dos músculos, ajuda a não desenvolver dores. Os músculos dissipam grande parte da carga aplicada pelo corpo na região lombar. Estando os mesmos fortes e alongados, o peso sobre a coluna é minimizado e, assim, diminuem as chances de se desenvolver dor.
A Fisioterapia é indicada quando a dor é persistente e muito incômoda.
VERDADE: neste caso, o paciente deve realizar o tratamento fisioterapêutico diariamente até que a situação geral melhore. Nas sessões, o profissional lançará mão de alguns aparelhos para aliviar a dor e diminuir a inflamação, assim como introduzirá alongamentos e exercícios de fortalecimento muscular. O emprego de uma bolsa de água morna, por cerca de 20 minutos, também pode representar grande consolo para os momentos de crise.
Uma das principais causas da lombalgia é o excesso de peso. VERDADE: Como aumenta a pressão na região, o sobrepeso origina, sim, a dor nas costas. Músculos e articulações são sobrecarregados. Engordar pode ser um fator adicional para a ocorrência, porém não conclusivo. Há outros agentes: erros posturais, principalmente, e ainda prática de exercícios abusiva e sem acompanhamento, envelhecimento natural do corpo (já que ossos e músculos perdem densidade, aumentando risco de lesões), falta de condicionamento físico, gravidez, questões emocionais e distúrbios como hérnia de disco, artrose, osteoporose, inflamações pélvicas, leucemia, anemia e males articulares degenerativos.
Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=466911653386333&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
PARALISIA FACIAL
Casos de paralisia facial parcial são um choque para os atingidos A musculatura de metade do rosto é comprometida, desalinhando a boca, impedindo o fechamento de um dos olhos e deixando a testa parcialmente dormente
Embora mais comum na quarta década de vida, a PFP pode atingir até adolescentes. A doença não escolhe sexo, não dá avisos e é limitante. O susto e o desespero são naturais, porque o distúrbio abala a pessoa tanto física quanto emocionalmente. “Além da questão estética, há comprometimento da funcionalidade da boca e dos olhos. Às vezes, é preciso se afastar do trabalho, porque a fala e a mastigação são comprometidas. O paciente sente-se constrangido em sair de casa”, explica a fisioterapeuta Marina Berti.
O nervo facial não é apenas uma estrutura motora que possibilita os movimentos do rosto. A inervação dessa região é também sensitiva e, quando afetada, altera o paladar e a própria sensibilidade. A neurocirurgiã do Hospital Brasília Valéria de Araújo explica que é comum as vítimas da PFP imaginarem que a manifestação seja sintoma ou sequela de um acidente vascular cerebral. “O exame clínico é importante para o diagnóstico diferencial. A paralisia facial decorrente de AVC é central e normalmente desvia a boca, mas a testa e os olhos são preservados”, observa. De qualquer forma, testes específicos, como tomografia computadorizada e ressonância magnética de crânio, devem ser conduzidos para investigar a causa do problema. “Fisiologicamente, é como se o nervo tivesse desligado. Por isso, quanto mais precoce o diagnóstico e tratamento, melhor a chance de recuperação completa, que ocorre na maioria dos casos”, diz.
Cerca de 70% das paralisias faciais são periféricas. A PFP pode ser provocada por trauma decorrente de pancadas ou perfurações no rosto, infecções no nervo facial ou no ouvido, lesões pós-cirúrgicas, diabetes e até estresse, no caso daqueles que já têm a predisposição para o distúrbio. Entre 50% e 70% dos casos, no entanto, a mazela não está relacionada a tais transtornos. O otorrinolaringologista do Hospital de Base do Distrito Federal André Sampaio adianta que, até pouquíssimo tempo atrás, quando o nervo facial sofria o “desligamento” e a raiz do transtorno não era encontrada, a PFP era identificada como idiopática ou paralisia de Bell. “Hoje, já sabemos que a paralisia de Bell é resultado da ação de um vírus que atinge o gânglio geniculado, estrutura relacionada ao ouvido. Nesse caso, o tratamento é feito com corticosteroides e antivirais”, diz o especialista.
Quando bem acompanhado, o paciente se recupera em algumas semanas. Tanto neurologistas quanto otorrinolaringologistas são unânimes em afirmar que, seja qual for a causa da PFP, a fisioterapia é fundamental no processo de recuperação.
Nas sessões de fisioterapia, são adotadas técnicas que aceleram a recuperação das funções muscular, ocular e mastigatória. Os fisioterapeutas trabalham com estímulos motores e sensitivos que auxiliam a recuperação da sensibilidade, uma queixa constante de pacientes com PFP. “Usamos também a drenagem linfática, para eliminar substâncias tóxicas na face, e exercícios de mímica facial”, observa a fisioterapeuta Marina Berti. Ela reforça que o envolvimento de outros profissionais, como fonoaudiólogos e psicólogos, também pode ser necessário. “A PFP limita seriamente o dia a dia do paciente. Ela compromete o rosto, que é nosso cartão de apresentação. Isso traz, sem dúvida, abalo em todos os sentidos. A ajuda de uma equipe multidisciplinar aumenta as chances de recuperação total”, garante.
FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=467132210030944&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
Embora mais comum na quarta década de vida, a PFP pode atingir até adolescentes. A doença não escolhe sexo, não dá avisos e é limitante. O susto e o desespero são naturais, porque o distúrbio abala a pessoa tanto física quanto emocionalmente. “Além da questão estética, há comprometimento da funcionalidade da boca e dos olhos. Às vezes, é preciso se afastar do trabalho, porque a fala e a mastigação são comprometidas. O paciente sente-se constrangido em sair de casa”, explica a fisioterapeuta Marina Berti.
O nervo facial não é apenas uma estrutura motora que possibilita os movimentos do rosto. A inervação dessa região é também sensitiva e, quando afetada, altera o paladar e a própria sensibilidade. A neurocirurgiã do Hospital Brasília Valéria de Araújo explica que é comum as vítimas da PFP imaginarem que a manifestação seja sintoma ou sequela de um acidente vascular cerebral. “O exame clínico é importante para o diagnóstico diferencial. A paralisia facial decorrente de AVC é central e normalmente desvia a boca, mas a testa e os olhos são preservados”, observa. De qualquer forma, testes específicos, como tomografia computadorizada e ressonância magnética de crânio, devem ser conduzidos para investigar a causa do problema. “Fisiologicamente, é como se o nervo tivesse desligado. Por isso, quanto mais precoce o diagnóstico e tratamento, melhor a chance de recuperação completa, que ocorre na maioria dos casos”, diz.
Cerca de 70% das paralisias faciais são periféricas. A PFP pode ser provocada por trauma decorrente de pancadas ou perfurações no rosto, infecções no nervo facial ou no ouvido, lesões pós-cirúrgicas, diabetes e até estresse, no caso daqueles que já têm a predisposição para o distúrbio. Entre 50% e 70% dos casos, no entanto, a mazela não está relacionada a tais transtornos. O otorrinolaringologista do Hospital de Base do Distrito Federal André Sampaio adianta que, até pouquíssimo tempo atrás, quando o nervo facial sofria o “desligamento” e a raiz do transtorno não era encontrada, a PFP era identificada como idiopática ou paralisia de Bell. “Hoje, já sabemos que a paralisia de Bell é resultado da ação de um vírus que atinge o gânglio geniculado, estrutura relacionada ao ouvido. Nesse caso, o tratamento é feito com corticosteroides e antivirais”, diz o especialista.
Quando bem acompanhado, o paciente se recupera em algumas semanas. Tanto neurologistas quanto otorrinolaringologistas são unânimes em afirmar que, seja qual for a causa da PFP, a fisioterapia é fundamental no processo de recuperação.
Nas sessões de fisioterapia, são adotadas técnicas que aceleram a recuperação das funções muscular, ocular e mastigatória. Os fisioterapeutas trabalham com estímulos motores e sensitivos que auxiliam a recuperação da sensibilidade, uma queixa constante de pacientes com PFP. “Usamos também a drenagem linfática, para eliminar substâncias tóxicas na face, e exercícios de mímica facial”, observa a fisioterapeuta Marina Berti. Ela reforça que o envolvimento de outros profissionais, como fonoaudiólogos e psicólogos, também pode ser necessário. “A PFP limita seriamente o dia a dia do paciente. Ela compromete o rosto, que é nosso cartão de apresentação. Isso traz, sem dúvida, abalo em todos os sentidos. A ajuda de uma equipe multidisciplinar aumenta as chances de recuperação total”, garante.
FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=467132210030944&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
Trigger points
Trigger points são pontos de gatilho e Tender points são a mesma coisa. Terapias com pontos de gatilho é uma técnica de terapia manual que envolve aplicações de pressão no tecido muscular para aliviar dores e disfunções no corpo. Normalmente a terapia com trigger points é feita junto com uma sessão de massagem. A técnica foi desenvolvida pelo médico Janet Travel nos Estados Unidos em 1940.
O que são?
Trigger points são áreas doloridas no musculo. Há dois tipos de trigger points: ativo e latente. Os trigger points ativos causam dores musculares que se transferem para outras partes do corpo. Os latentes só emitem as dores quando pressionados. Trigger points são muitas vezes associados com síndromes de dores miofaciais ou fibromialgia. Esses pontos existem em todos os seres humanos é não devem ser confundidos com pontos de acupressura ou acupuntura que são energias bloqueadas. Os trigger points é um fenômeno físico que você pode sentir quando tocar.
O que causa os trigger points?
Eles têm várias causas. Entre eles, posturas forçadas, sobrecarga na musculatura, acidentes, estresse, frio, calor ou falta de nutrientes.
Vários destes pontos dão dores de cabeça, dores no pescoço e lombar, nervo ciático, etc. Na massagem, o terapeuta pressiona o ponto ou cadeia de pontos de gatilho para aliviar as dores e reeducar o corpo para se livrar das dores. Se o terapeuta acerta o ponto o alivio é imediato.
Fisiopatologia (o que causa o) trigger point
A principal etiologia são microtraumas repetitivos. Duas teorias foram propostas para determinar a etiologia do T.P. Uma fala sobre o aumento do cálcio que promoveria e perpetuaria contrações voluntárias. A outra fala sobre a ação das catecolaminas.
O grande problema do ponto de gatilho é que, além de restringir o movimento ele promove uma diminuição da circulação sanguínea local, consequentemente menos aporte de oxigênio chega ao local, mais ácido láctico é produzido, consequentemente ocorre uma retroalimentação da contração e inflamação local e consequentemente restrição de movimento.
Uma pergunta frequente que me fazem é: já que ocorre uma contração muscular intensa, então porque os medicamentos relaxantes musculares não resolvem o problema?
Uma boa resposta é que a medicação deveria ser forte o suficiente para parar todas as contrações involuntárias dos músculos. Consequentemente o coração não suportaria.
Então se executa pressão digital no trigger point (em média 4 kg) para descomprimir a musculatura e interromper o ciclo de dor.
FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=469458116465020&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
O que são?
Trigger points são áreas doloridas no musculo. Há dois tipos de trigger points: ativo e latente. Os trigger points ativos causam dores musculares que se transferem para outras partes do corpo. Os latentes só emitem as dores quando pressionados. Trigger points são muitas vezes associados com síndromes de dores miofaciais ou fibromialgia. Esses pontos existem em todos os seres humanos é não devem ser confundidos com pontos de acupressura ou acupuntura que são energias bloqueadas. Os trigger points é um fenômeno físico que você pode sentir quando tocar.
O que causa os trigger points?
Eles têm várias causas. Entre eles, posturas forçadas, sobrecarga na musculatura, acidentes, estresse, frio, calor ou falta de nutrientes.
Vários destes pontos dão dores de cabeça, dores no pescoço e lombar, nervo ciático, etc. Na massagem, o terapeuta pressiona o ponto ou cadeia de pontos de gatilho para aliviar as dores e reeducar o corpo para se livrar das dores. Se o terapeuta acerta o ponto o alivio é imediato.
Fisiopatologia (o que causa o) trigger point
A principal etiologia são microtraumas repetitivos. Duas teorias foram propostas para determinar a etiologia do T.P. Uma fala sobre o aumento do cálcio que promoveria e perpetuaria contrações voluntárias. A outra fala sobre a ação das catecolaminas.
O grande problema do ponto de gatilho é que, além de restringir o movimento ele promove uma diminuição da circulação sanguínea local, consequentemente menos aporte de oxigênio chega ao local, mais ácido láctico é produzido, consequentemente ocorre uma retroalimentação da contração e inflamação local e consequentemente restrição de movimento.
Uma pergunta frequente que me fazem é: já que ocorre uma contração muscular intensa, então porque os medicamentos relaxantes musculares não resolvem o problema?
Uma boa resposta é que a medicação deveria ser forte o suficiente para parar todas as contrações involuntárias dos músculos. Consequentemente o coração não suportaria.
Então se executa pressão digital no trigger point (em média 4 kg) para descomprimir a musculatura e interromper o ciclo de dor.
FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=469458116465020&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&theater
Por que praticar Pilates na infância?
Por que praticar Pilates na infância?
• Auxilia na aquisição de uma postura adequada;
• Estimula a respiração correta;
• Desenvolve consciência corporal, ritmo e equilíbrio;
• Ensina como o corpo deve funcionar e agir para garantir a saúde dos músculos, ossos e articulações;
• Contribui para o aprendizado do respeito aos próprios limites e na ampliação das possibilidades do próprio corpo;
• Pode contribuir de forma eficaz nos casos de crianças hiperativas, uma vez que seriam beneficiadas com o ganho de atenção pelo relaxamento, concentração e controle.
EXERCÍCIOS E HÉRNIA DE DISCO
Se você já tem hérnia de disco, consulte seu fisioterapeuta para saber quais são os exercícios que pode fazer em casa para aliviar eventuais dores nas costas.
Se não for esse o caso, você pode se prevenir com exercícios de alongamento, principalmente se trabalha muito tempo sentado.
1. Em pé, com o quadril encaixado e joelhos afastados, leve os braços estendidos para cima. Mantenha a posição por 10 segundos e relaxe. Repita.
2. Deitado com os pés apoiados no chão, com a coluna lombar encostada em um apoio, entrelace os dedos e levante os braços esticados acima da cabeça. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.
3. Em pé, pernas afastadas e braços estendidos para cima, incline o corpo para um lado. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe. Faça o mesmo para o outro lado.
4. Em pé, com os pés e joelhos afastados, solte o corpo para a frente, com os braços esticados em direção ao chão. Sinta o alongamento dos músculos posteriores da perna e coluna. Fique assim por 15 segundos e volte à posição ereta devagar. Repita o exercício algumas vezes.
Se não for esse o caso, você pode se prevenir com exercícios de alongamento, principalmente se trabalha muito tempo sentado.
1. Em pé, com o quadril encaixado e joelhos afastados, leve os braços estendidos para cima. Mantenha a posição por 10 segundos e relaxe. Repita.
2. Deitado com os pés apoiados no chão, com a coluna lombar encostada em um apoio, entrelace os dedos e levante os braços esticados acima da cabeça. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.
3. Em pé, pernas afastadas e braços estendidos para cima, incline o corpo para um lado. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe. Faça o mesmo para o outro lado.
4. Em pé, com os pés e joelhos afastados, solte o corpo para a frente, com os braços esticados em direção ao chão. Sinta o alongamento dos músculos posteriores da perna e coluna. Fique assim por 15 segundos e volte à posição ereta devagar. Repita o exercício algumas vezes.
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A maioria das pessoas aprende que reduzir a intensidade da malhação e fazer alongamentos antes de concluir uma atividade física impede a dor muscular, favorece a flexibilidade e acelera nossa recuperação fisiológica. Mas essas ideias não resistem bem a um exame mais atento.
Profissionais de escritório em todo o mundo vivem acorrentados à tecnologia, curvados sobre desktops, laptops, smartphones e tablets. Tudo isso cobra um preço do corpo.







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