sexta-feira, 31 de maio de 2013

ENVELHECIMENTO DA COLUNA

Posturas inadequadas, doenças crônicas e lesões acabam “envelhecendo” vértebras e discos antes da hora. Respeitar os limites, mudar hábitos e buscar tratamento correto podem reajustar a coluna.

Segundo Felipe Trindade, quiropraxista do Instituto Viva Quiropraxia (SP), “é possível que uma pessoa de 20 anos tenha uma coluna de 30, ou um idoso de 60 anos tenha uma equivalente à de um adulto de 45. O processo degenerativo é natural, mas também é suscetível ao estilo de vida levado durante os anos”. Embora seja no início da fase adulta que os efeitos da negligência comecem a aparecer, obviamente, processos degenerativos acontecem de forma mais acentuada em idades avançadas.

Desgaste precoce
O ortopedista Marcelo Risso Neto, do Núcleo Especializado em Coluna (SP) explica que “o envelhecimento precoce é afetado por questões de natureza genética, que podem ser influenciadas por fatores adquiridos, como excesso de peso, tabagismo, atividades de impacto e também má postura”. Se você trabalha sentado e não adota uma postura adequada, sobrecarrega sua coluna durante a jornada, todos os dias. “É claro que ela vai se ressentir desses maus-tratos constantes. E ainda mais grave é o fato de que, uma vez instalado o processo degenerativo, não há volta”, destaca Marco Antonio Ambrósio, ortopedista do Hospital Samaritano (SP).A coluna deve ser mantida, em uma posição neutra, sem a constante sobrecarga em determinados segmentos. Se isso não acontece, há degenerações de discos e vértebras, levando ao envelhecimento precoce.
Os sinais do envelhecimento

A dor é o principal sintoma. Pessoas com a coluna mais envelhecida podem sentir uma rigidez nela pela manhã (mas que logo passa) ou como se houvesse areia dentro da articulação; há limitação nos movimentos, sensação de formigamento nas pernas (caso seja a coluna lombar mais afetada) e nos braços (se for cervical). Fora isso, cansaços, dificuldades em se manter alinhado, dores na região do pescoço, do meio das costas e na altura da cintura... De acordo com Lacombe, se for levado em consideração que as raízes nervosas que inervam membros e órgãos saem da medula pelos orifícios formados entre as vértebras, uma alteração na coluna poderá impactar outras áreas do corpo, trazendo sintomas diversos. Entre eles, menor força física, dores de cabeça confundidas com enxaquecas, zumbidos no ouvido, dificuldades intestinais, alterações no sono e cansaço visual.

Ajustando o prumo

Fisioterapia, quiropraxia e pilates podem ajudar a impedir o avanço desregulado na idade da coluna. “Essas áreas ajudam na reabilitação muscular da região. O pilates e a fisioterapia trabalham bem em conjunto com a quiropraxia. Inicialmente, a fisioterapia e a quiropraxia vão ter mais resultado. Após o período de crise e estabilização do caso, é indicado o pilates”, sugere Trindade. As terapias que trabalham com a reeducação postural são uma boa alternativa. Assim como a técnica RPG (Reeducação Postural Global), e a ginástica holística, que pode ser uma aposta. Os especialistas confirmam que a prática de exercícios físicos ajudam a realinhar a postura e evitar impactos nos lugares afetados. Assim, sendo possível readequar o corpo em seus músculos e articulações.



FONTE: https://www.facebook.com/fisioterapiacom?fref=ts

Corpo humano é a máquina perfeita

Há um clichê antigo que diz que o corpo humano é a máquina perfeita. Mas até aonde a nossa máquina biológica é mesmo resistente?

Há vários estudos que relatam os limites fisiológicos do nosso corpo.

Como referência, iremos avaliar um homem mediano, pesando aproximadamente 70 Kg e sem treinamento específico. Obviamente não aguentaríamos ficar muito tempo sem comer e sem beber, as necessidades mais essenciais de um ser vivo.

Hipoteticamente, o máximo que aguentaríamos sem comer é 45 dias, e seria uma morte lenta e dolorosa. Em 45 dias sem comer, o corpo perde certa de 30% de sua massa corporal. Mas o maior problema não seria fome, mas sim a grande baixa da imunidade. Mesmo antes do limite, é quase certo que seríamos vítima de alguma doença viral. Se conseguíssemos sobreviver aos vírus, o corpo se desfaleceria de vez no 45° dia.

Muito mais perigoso é ficar sem beber. Toda célula depende de água e perdemos cerca de ¼ de líquido do corpo todos os dias. Sem repor, o máximo que se aguentaria seriam 7 dias, e morreríamos por desidratação.

A água aliás, é um lugar perigoso. O homem normal desmaia depois de 2 min submerso. Um homem bem treinado aguenta 11 min aproximadamente. Alguém sem treinamento também não passa de 20 metros de profundidade na água mergulhando antes de desmaiar. Para um mergulhador profissional é de 86 metros. Se for em água gelada a situação é mais grave. Não aguentamos 30 minutos sem proteção em um oceano gélido à 4,5 graus.
Não somos muito resistentes à temperaturas extremas. O corpo costuma se manter à 37°C. Aos 35°C é impossível escrever o próprio nome, mesmo andar é difícil. Três graus à menos já desmaiamos. Com 20°C a chance de sobreviver é minúscula, mesmo com ajuda médica. Teoricamente é impossível durar até 0°C.

Se abaixo do água é perigoso, muito acima também é. Sem equipamento adequado, o homem comum não sobrevive a uma altura mais de 4.500 metros, ou seja, só chega até a metade do Monte Everest, o pico mais alto do mundo.

Se um animal selvagem nos atacasse no meio da selva e começássemos a sangrar sem parar, o coração ou cérebro param de funcionar sem 40% do nosso sangue. A única maneira de sobreviver é uma transfusão imediata.

Enfim, o corpo humano é uma máquina sem igual, capaz sim de resistir a situações extremas, mas não tão extremas assim.
Mesmo um ataque de abelhas pode ser fatal, em teoria, 600 picadas seriam o suficiente para nos matar. O máximo que um ser humano já resistiu foi a 2.243 picadas. Fique atento, vale tomar cuidado.


FONTE: https://www.facebook.com/fisioterapiacom?fref=ts

MASSAGEM PARA COMBATER DOENÇAS

Veja como funciona cada tipo de massagem e como elas podem tratar doenças e diminutir o estresse
Para dor muscular e digestiva: Shiatsu

É uma técnica de massagem japonesa que significa “pressão com os dedos”. A técnica existe há mais de 2.000 anos, e é realmente um derivado da antiga técnica chinesa de massagem e cura denominada: acupressão. No shiatsu, acredita-se, assim como na acupressão e acupuntura, que o corpo é composto de 14 meridianos e que cada meridiano corresponde a um órgão importante do corpo. Na massagem shiatsu, o objetivo é remover os obstáculos que bloqueiam o fluxo de energia através dos meridianos do corpo. Pode ser usado para tratar vários problemas de saúde, da dor muscular à dor digestiva, e até mesmo a dor emocional. Após uma sessão de massagem shiatsu, o cliente deve sentir uma profunda sensação de calma, relaxamento e contentamento.

Para relaxar e focar a atenção: Tailandesa

Uma das mais antigas técnicas de massagem utilizadas até hoje, cuja história remete aos monges budistas. Incorpora a filosofia em torno do conceito chinês de acupuntura e combina estas filosofias com os exercícios de alongamento feitos por iogues da Índia. O objetivo final da massagem tailandesa é fazer quem recebe a massagem atingir a iluminação espiritual e a harmonia. Para quem olha de fora, a massagem tailandesa pode parecer dolorosa e exaustiva. Mas os especialistas garantem que se for feita corretamente, a pessoa não sentirá nenhuma dor depois. Na verdade, o tratamento acalma e relaxa, deixando-a mais centrado e alerta.

Para melhor funcionamento do sistema venoso: Sueca

Também chamada de clássica, por ser a mais comum no ocidente. A técnica consiste em alongamentos e fricções no sentido do fluxo sanguíneo. É utilizada para melhorar o funcionamento do sistema venoso e destensionar os músculos, principalmente por eliminar do ácido lático das fibras musculares, além de melhorar o transporte de oxigênio e nutrientes.

Para tratar distensões, hipertensão e insônia: Miofascial

Trabalha os caminhos do tecido conjuntivo, agindo sobre a fáscia (definida como tecido de sustentação e proteção de toda a estrutura interna do corpo). Por meio de movimentos lentos, essa massagem ajuda a restabelecer a circulação e interromper o círculo vicioso causador de dores. Serve para atuar em encurtamentos musculares, bloqueios de movimentos e correções posturais. É indicada para pessoas que sofrem de hipertensão, insônia, ansiedade ou problemas de concentração, além de atletas que sofrem distensões musculares ou dores crônicas decorrentes de contínuas inflamações.

Para diminuir edemas: Drenagem linfática

A circulação linfática caminha paralelamente aos vasos sanguíneos, servindo como um coletor das impurezas do sangue, tendo como função a eliminação das toxinas liberadas pelo organismo. A principal finalidade da drenagem linfática é esvaziar os líquidos e resíduos metabólicos e estimular a circulação linfática, por meio de massagem nos gânglios linfáticos.
Fonte: Revista Viva Saúde

O FUSO MUSCULAR

O fuso muscular é o principal órgão sensitivo do músculo e é composto de fibras intrafusais microscópicas que ficam paralelas à fibra extrafusal. 

O fuso muscular monitora a velocidade e duração do alongamento, quando um músculo é alongado as fibras intrafusais e extrafusais do músculo são alongadas. 

As fibras do fuso muscular são sensíveis à rapidez com a qual um músculo é alongado.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/artigos/31302/o-fuso-muscular?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=47249836&utm_campaign=Top%2010%20-%20062%20-%20Fisioterapia&utm_term=y.jm.lt92.yu82bo.f.we.a.fmbh.r3cl.b.x.ysl.wb#ixzz2KsDDt04x

Neurotransmissores

Existem diversos tipos de neurotransmissores e como exemplos citamos: a acetilcolina, o ácido gama-amino-butirico, a glicina, o glutamato, a serotonina, a dopa mina, etc.
        
Os neurotransmissores são sintetizados nos neurônios e armazenados em vesículas, situadas na porção pré-sináptica, quando o estimulo chega à porção distal (sinapse), existe um aumento da permeabilidade ao cálcio, que estimula a liberação do neurotransmissor. Essas substâncias são secretadas na fenda sináptica e irão se ligar a receptores específicos situados na região pós-sináptica.
        
Cada neurotransmissor tem seu receptor próprio e cada neurônio secreta somente um tipo de neurotransmissor. Os neurotransmissores podem ser facilitadores ou inibidores, dependendo do tipo de receptor ao qual irá se ligar.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/artigos/31300/neurotransmissores?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=47249837&utm_campaign=Top%2010%20-%20062%20-%20Fisioterapia&utm_term=y.jm.lt92.yu82bo.f.we.a.fmbh.r3cl.b.x.ysl.wb#ixzz2KsDXQ500

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Qual é a diferença entre a Síndrome do Túnel do Carpo e Síndrome do Desfiladeiro Torácico?

Por que eles são colocados na mesma linha de pensamento, afinal? Simplificando: Eles compartilham sintomas.

De acordo com o Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame, síndrome do túnel do carpo pode provocar os seguintes sintomas:

1. Sensação de queimação, formigamento, dormência ou coceira na palma da mão e dos dedos, especialmente o polegar e o dedo indicador e médio.

2. Os dedos parecem que ficam inúteis e inchados, apesar de pouco ou nenhum inchaço é aparente.

3. Os sintomas geralmente aparecem pela primeira vez em uma ou ambas as mãos durante a noite, já que muitas pessoas dormem com flexão dos pulsos.

4. Pode-se acordar sentindo a necessidade de "sacudir" a mão ou pulso.

5. Com os sintomas avançados, a pessoa pode sentir formigamento durante o dia.

6. Diminuição da força de preensão, agarrar objetos pequenos, ou executar outras tarefas manuais.

7. Algumas pessoas são incapazes de distinguir entre quente e frio ao toque

Síndrome do Desfiladeiro Torácico pode ser dividido em três categorias. Cada um dos quais têm sintomas comuns da síndrome do túnel do carpo.

- Neurogênica tem um sinal característico, o chamado lado-Gilliatt Sumner, em que há desperdício grave na base carnuda do polegar. Outros sintomas incluem parestesias (formigamento ou sensação de dormência) nos dedos e mãos, mudança de cor na mão, mão fria, ou dor maçante no pescoço, ombro e axila.

- venosa palidez, pulso fraco ou ausente no braço afetado, o que também pode ser fria ao toque e parece mais pálido do que o braço afetado. Os sintomas podem incluir dormência, formigamento, dor, inchaço das extremidades e dedos, e fraqueza do pescoço ou no braço.

- arteriai apresenta a mais proeminente mudança de cores e sensibilidade ao frio nas mãos e dedos, inchaço, sensação de peso, parestesias e má circulação sanguínea nos braços, mãos e dedos.

Como são diferentes?

Síndrome do Túnel do Carpo
A dor crônica e parestesia na mão na área de distribuição do nervo mediano, é causada pela compressão do nervo mediano por fibras do retináculo flexor e associado a movimentos repetitivos, como digitar ou tocar um instrumento musical.

Síndrome do Desfiladeiro Torácico
A compressão do plexo braquial e artéria subclávia por músculos aferentes na região da primeira costela e a clavícula, é caracterizada por dor no braço, dormência nos dedos, e fraqueza nos músculos da mão.

Ambas as condições lidam com um nervo mediano afetado.
Síndrome do Túnel do Carpo é específico se originar no pulso, onde ficam os flexores do antebraço e da passagem do nervo sob o retináculo - o túnel do carpo. O nervo mediano fornece inervação sensitiva da pele da face palmar do polegar, indicador, dedo médio e metade radial do dedo anelar. O lado radial da palma da mão é inervada pelo ramo cutâneo palmar do nervo mediano também.

Para Síndrome do Desfiladeiro Torácico, a questão começa como uma armadilha do plexo braquial. O plexo braquial é a origem do nervo mediano, mas também abriga os quatro nervos cervicais inferiores (C5-C8) e do primeiro nervo torácico (T1). O plexo do nervo é responsável pela inervação motora de todos os músculos da extremidade superior, com a exceção do trapézio e levantador da escápula. Como o nervo mediano percorre o braço, embora não seja inervação, ele ainda pode tornar-se preso por outros músculos que causam sintomas na parte inferior do braço e da mão.

Entender as diferenças entre estas duas condições são importantes para planos de tratamento e autocuidado. A seguir, são sugestões de testes especiais.

Para túnel do carpo:
Teste de Phalen: O braço está na posição vertical e o punho é deixado cair em 90 graus de flexão sob a influência da gravidade. Se a rigidez do punho não permite 90 graus de flexão, em seguida, o punho deve ser deixado cair tanto quanto possível.

Reverso Do teste de Phalen - O teste de Phalen tradicional funciona porque a flexão do punho eleva a pressão do túnel do carpo. As medições de pressão no túnel do carpo o confirmar que este é o caso, mas também a flexão do punho no sentido oposto (o movimento conhecida como extensão) aumenta a pressão do canal cárpico de uma forma bastante semelhante.

Tinel - Alguns examinadores usar seus próprios dedos para tocar o pulso, outros usam um martelo de tendão, e a percussão no local exato pode ser em cima do túnel do carpo, ou pode ser proximal a ele. Percussão sobre o pulso provoca formigamento nos dedos isso é que se acredita ser um sinal de Tinel positivo.

Teste de compressão Durkan - Depende diretamente da pressão aplicada externamente pelo examinador ao longo do túnel cárpico para aumentar a pressão.

Teste Torniquete - Uma das sugestões anteriores para aumentar temporariamente a pressão do túnel do carpo é a aplicação de um manguito de pressão arterial, quer o braço ou antebraço, inflado entre a pressão sistólica e diastólica.

MÃO DE TESTE DE ELEVAÇÃO - As mãos são mantidas acima da cabeça por dois minutos e se isto produz os mesmos sintomas que o paciente está reclamando, então o teste é positivo.

Para Síndrome do Desfiladeiro Torácico:

Manobra de Adson: Para este teste, o paciente será solicitado a virar a cabeça em direção ao ombro sintomático enquanto estender o braço, pescoço e ombro um pouco longe de seu corpo. Enquanto o paciente inspira, o fisioterapeuta deverá verificar o pulso no braço estendido. Se o seu pulso diminuir ou se os seus sintomas são reproduzidos durante a manobra, o resultado é positivo.

Teste Wright: A partir de uma posição sentada e com a ajuda, o paciente vai realizar o seu braço para cima e para trás (hiperabdução), girando-o para fora, enquanto o fisioterapeuta verifica o pulso para ver se ele está diminuído. Como na manobra de Adson, se positivo, os seus sintomas são reproduzidos durante o teste.

Teste Roos Stress: A partir de uma posição sentada, o fisioterapeuta irá pedir para manter os cotovelos na altura do ombro, enquanto empurra os ombros para trás. Então o paciente vai abrir e fechar repetidamente as mãos por alguns minutos. Se os seus sintomas estão presentes após o teste, ou se o paciente sentir peso e fadiga em seus ombros, pode indicar a presença de síndrome do desfiladeiro torácico.


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=471700106240821&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1

terça-feira, 26 de março de 2013

Lesão do Manguito Rotador

Visão geral:
O manguito rotador é formado por quatro músculos que ajudam a mover-se e estabilizar a articulação do ombro. Danos em qualquer um dos quatro músculos pode ocorrer por causa de lesão aguda, crônica excessiva, ou envelhecimento progressivo. Isso pode causar dor significativa e deficiência com a amplitude de movimento ou o uso da articulação do ombro.

O ombro é uma articulação que permite que o braço se mova em várias direções. Ela é composta da cabeça do úmero (a extremidade superior do osso do braço) apropriado para a fossa glenóide da escápula. A cabeça do úmero é mantida no lugar pela cápsula articular e labrum, bandas de espessura da cartilagem que formam um cone alongado, onde a cabeça do úmero se encaixa. Os músculos do manguito rotador são os estabilizadores dinâmicos e motores da articulação do ombro e ajustam a posição da cabeça do úmero e escápula durante o movimento do ombro.

Quando o manguito rotador é danificado, uma variedade de questões surgem:
• Dor e espasmo limitam a amplitude de movimento do ombro.

• Os músculos não fazem os pequenos ajustes dentro do conjunto para permitir que a cabeça do úmero para mova-se suavemente.

• Acúmulo de líquido dentro da articulação devido ao limite de movimento.

• Artrite e depósitos de cálcio, que formam intervalo de tempo limite de movimento.

A gravidade da lesão pode variar de uma estirpe fraca e inflamação do músculo ou do tendão, que dará lugar a uma lesão permanente, a um rasgo parcial ou completa do músculo que podem requerer cirurgia para reparação.

Causas da lesão do Manguito Rotador
As lesões de tendão do músculo são chamadas estirpes e são classificados pela quantidade de danos no músculo ou fibras do tendão. O grau I envolve alongamento das fibras, sem quaisquer "lágrimas". Lesões grau II envolvem musculatura parcial ou tendão, e lesões grau III são definidos como uma "lágrima completa" de um músculo ou do tendão.

Os músculos e tendões no grupo do manguito rotador podem ser danificados em uma variedade de maneiras. Os danos podem ocorrer a partir de uma lesão aguda (por exemplo, de uma queda ou acidente), a partir de excesso crônico (como arremessar uma bola ou de elevação), ou a partir de degeneração progressiva do músculo tendão e que pode ocorrer com o envelhecimento.

Ruptura do manguito rotador agudo

• Esta lesão pode se desenvolver a partir de levantamento súbito do braço contra a resistência ou de tentativa de amortecer uma queda (por exemplo, levantamento de peso ou uma queda sobre o ombro).

• A lesão requer uma quantidade significativa de força se a pessoa estiver com menos de 30 anos de idade.

Lágrima crônica

• Encontrado entre as pessoas em ocupações ou esportes que exijam sobrecarga excessiva atividade (exemplos, pintores, arremessadores de beisebol)

• As lesões crônicas podem ser o resultado de uma lesão anterior aguda que causou um problema estrutural no ombro e afetou a anatomia do manguito rotador ou função (por exemplo, osteófitos que incidem sobre um músculo ou tendão causando inflamação).

• trauma repetitivo ao músculo pelo movimento diário do ombro

• Tendinite

• Degeneração (desgaste) dos músculos com a idade

• Isso geralmente ocorre quando o tendão atribui ao osso. A área tem suprimento de sangue pobre e uma lesão leve pode levar um longo tempo para curar e, potencialmente, levar a uma ruptura secundária.

Os sintomas de lesões do manguito rotador

Os sintomas de uma lesão do manguito rotador são devido à inflamação que acompanha a tensão. Esta inflamação causa inchaço, levando ao quadro clínico de dor e diminuição da amplitude de movimento. Como os músculos e tendões do manguito rotador são escondidos bem abaixo do nível da pele, que pode ser difícil de se sentir o inchaço que acompanha a lesão, mas que o inchaço dentro do pequeno espaço que compõe a articulação do ombro impede a amplitude de movimento normal da articulação do ombro.

Ruptura do manguito rotador aguda

• Os sintomas podem ser uma súbita sensação rasgando seguido de tiroteio dor do ombro área superior (tanto na frente e atrás), para o braço em direção ao cotovelo. Há uma redução na amplitude de movimento do ombro por causa da dor e do espasmo muscular.

• A dor aguda de hemorragia e espasmos musculares: Isto pode resolver em poucos dias.
Lágrimas grandes podem causar a incapacidade de abduzir o braço, devido à dor intensa e perda de força muscular.

Lágrima crônica do manguito rotador
• Dor geralmente é pior à noite e pode interferir com o sono.

• Gradual fraqueza e diminuição da mobilidade do ombro desenvolver como a piora da dor.

• Diminuição da capacidade de encolher o braço ou movê-lo para o lado. Isto permite que o braço seja usado para a maioria das atividades mas a pessoa afetada é incapaz de usar o braço ferido para atividades que implicam a elevação do braço ou tão alta quanto mais elevado do que o dos ombros para a frente ou para os lados.

Tendinite do manguito rotador

• Mais comum em mulheres 35-50 anos de idade

• dor profunda no ombro também sentida no braço do lado de fora sobre o músculo deltóide

• sensibilidade de pontos pode ser apreciado ao longo da área que está lesionada

• Dor aparece gradualmente e se torna pior com o levantar do braço para o lado (abdução) ou retorná-lo para dentro (rotação interna)

• Pode levar a uma lágrima crônica: Quando um tendão do manguito rotador torna-se inflamado, corre o risco de perder sua fonte de sangue, fazendo com que algumas fibras do tendão fiquem em desuso. Isto aumenta o risco de desgaste do tendão parcialmente ou completamente.

Exercícios de reabilitação da lesão do manguito rotator:
Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve-se fazer reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado. A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os objetivos, como: analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito sem a supervisão de um profissional.

1 - Amplitude de Movimento Escapular:
Em pé, Levar os ombros para cima, comprimir as escápulas, uma de encontro à outra.
Depois, empurrá-las para baixo como se estivesse colocando as mãos nos bolsos de trás da calça.
Manter por 5 segundos, relaxar e repetir 10 vezes.

2 - Exercícios Com Bastão:
A - Flexão do Ombro:
Em pé, segurar um bastão com as mãos, com as palmas para baixo.
Levar os braços esticados até a cabeça.
Manter por 5 segundos, relaxar e repetir 10 vezes.
B – Rotação externa:
Em decúbito dorsal, segurar um bastão com ambas as mãos, palmas para cima.
Os braços devem ficar apoiados no chão, ao lado do corpo e os cotovelos flexionados a
90º.
Com o braço são empurrar o braço lesionado e afastá-lo do corpo.
Os cotovelos devem ficar imóveis.
Manter por 5 segundos e repetir 10 vezes.
C - Extensão do Ombro:
Em pé, segurar o bastão com as mãos atrás de seu corpo afastá-lo das costas.
Manter por 5 segundos, relaxar e repetir 10 vezes.

3 - Isométricos:
A - Rotação Externa:
Em pé, de frente para uma porta aberta, com o cotovelo dobrado a 90º e com o dorso da mão encostado no batente.
Aplicar força contra o batente.
Manter por 5 segundos, relaxar e repetir 10 vezes.
B - Rotação Interna:
Em pé, de frente para uma porta aberta, com o cotovelo
dobrado a 90º e com a palma da mão encostada no
batente da porta.
Aplicar força contra o batente.
Manter por 5 segundos, relaxar e repetir 10 vezes.

4 - Exercício de Rotação Externa Com a Faixa Terapêutica:
Em pé e com a mão do lado lesionado encostado no o abdômen, segurar a faixa que deve se encontrar presa a uma maçaneta de porta, do lado oposto ao braço lesionado e puxá-la rodando o braço para fora e afastando a mão da cintura, sem desencostar o cotovelo do corpo.
O cotovelo deve estar dobrado a 90º e o antebraço, paralelo ao chão.
Repetir 10 vezes e evoluir para 3 séries de 10.

Fazer 3 séries de 10 repetições.

5. Exercício Supra Espinhoso:
Em pé, braços descansados na lateral do corpo e polegares apontados para o chão, inclinar levemente o tronco para frente e levantar os braços lateralmente.
Conservar os cotovelos (braços) estendidos.
Levar as mãos até a altura do ombro.
Manter por 10 segundos, descansar e repetir 10 vezes.
Gradualmente, adicionar carga ao exercício, segurando pesos com as mãos para aumentar o fortalecimento.


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=444087125668786&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1

Bolsa Quente ou fria?



As bolsas de água têm poder de aliviar dores, mas você sabe quando usá-la quente ou fria? Descubra:

Há muito tempo as bolsas de água são usadas para aliviar dores. "A termoterapia tem como função principal a analgesia na região afetada. Devem ser aplicadas durante 20 a 30 minutos, mas nunca sobre a pele, pois podem causar vermelhidão e queimaduras. Use a bolsa envolta em uma toalha de tecido fino", ensina Rodrigo Peres, fisioterapeuta da Central da Fisioterapia (SP). Mas o detalhe mais importante é: qual é a temperatura adequada para cada problema?

Bolsa de água quente
É indicada para proporcionar o relaxamento muscular. Auxilia bastante nos casos de tensão, contraturas, rigidez articular ou até mesmo para driblar possíveis cãibras. Deve ser utilizada somente em casos em que não há inchaço na região afetada.

Bolsa de água fria
Deve ser utilizada após a incidência de lesões musculares como distensões e traumas direto no músculo. Se aplicada até 48 horas após a lesão, diminui a dor, o risco de inflamação e a quantidade de sangue no local, evitando o inchaço.
 — com Marcia Rodrigues e Patricia Montes.

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=444877848923047&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1

Fortalecimento Joelho


Essa história de fortalecer o joelho não é brincadeira. não. Por ser uma das articulações mais importantes do nosso corpo, os joelhos geralmente são muito exigidos e por vezes sobrecarregados, seja durante algum exercício físico ou mesmo nas atividades corriqueiras do dia a dia.

"É importante ressaltar ainda que os joelhos femininos tendem a ser mais propensos em apresentar problemas por dois fatores: questões hormonais e também por serem ligeiramente virados para dentro, o que chamamos de valgismo. Essa posição aumenta as chances de lesões", afirma Ana Paula Assunção, fisioterapeuta membro da Sociedade Brasileira de Fisioterapia (SBF).

Segundo Renato Lobão, professor de ginástica localizada da Academia da Praia (RJ), para fortalecer os joelhos os músculos a serem trabalhados são quadríceps, posteriores de coxa, adutores e abdutores. "Mas mais do que fortalecer deve-se aliar força e flexibilidade", ressalta ele.

Veja algumas dicas:

1. Extensão de joelho
Escolha caneleiras com o peso mais adequado (de modo que dificulte o exercícios mas não provoque dor excessiva). Sente-se em uma cadeira e eleve um joelho de cada vez à frente na mesma altura do joelho que vai permanecer flexionado. Faça de 6 a 15 repetições.

2. Flexão de joelho
Em pé, com as mãos apoiadas na parede e uma bola própria para exercícios na altura das coxas (para dar estabilidade ao movimento), flexione um joelho de cada vez. Faça de 6 a 15 repetições em cada joelho.

3. Flexão de quadril
Deitada em um colchonete, apoie os antebraços no chão. Flexione uma perna e estenda a outra no solo. Eleve a perna que está estendida até altura do joelho da perna que está flexionada. Faça de 6 a 15 repetições em cada joelho.

4. Adução de quadril
É quase a mesma posição da flexão de joelhos, mas na lateral, apoiando apenas um dos antebraços no chão. A perna flexionada deve ficas encostada no solo. Faça de 6 a 15 repetições em cada joelho.

5. Abdução de quadril
Deitada de lado com o joelho e o quadril em um ângulo de 90° e as mãos abaixo da cabeça, eleve a perna flexionada até o máximo da sua amplitude, sem projetar o quadril para trás. Faça de 6 a 15 repetições em cada joelho.

A fisioterapeuta indica ainda procurar sempre mudar de posição ao passar muito tempo sentado ou em pé, evitando sobrecargas articulares. "Realize também exercícios de alongamento ao longo do dia, use calçados confortáveis e, antes de deitar, faça uma massagem com movimentos circulares nos pés, favorecendo assim a distribuição do fluxo sanguíneo nessa região", finaliza a especialista.
 — com Silvia De Fisioterapia.

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=444420105635488&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1

Alongar antes ou depois de fazer os exercícios?

Especialista recomenda que o atleta faça um programa de alon
gamento, pois melhora a flexibilidade, previne as lesões e aumenta o desempenho.

Alongar é uma necessidade. O alongamento melhora a flexibilidade, que é uma das qualidades físicas fundamentais. Todo programa de exercícios, independentemente de seus objetivos ou da modalidade praticada, deve incluir exercícios de alongamento. Apesar do consenso quanto à necessidade de fazer alongamento, existem inúmeras controvérsias a respeito desta prática.

As controvérsias dizem respeito à eficácia do alongamento na prevenção de lesões, à indicação de alongar imediatamente antes ou logo depois dos exercícios, à duração do alongamento para cada grupo muscular entre outras.

A existência destas controvérsias tem gerado várias intervenções da comunidade científica. Podemos destacar dois exemplos recentes : um simpósio sobre alongamento, promovido pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM), em 2011, reunindo especialistas de diferentes países, e um artigo de revisão publicado no Medicine and Science in Sports and Exercise (MSSE), em 2012, que analisou mais de 4500 artigos científicos sobre o tema.

Alongamento na prevenção de lesões

Existe controvérsia quanto à eficácia do alongamento para prevenir lesões. Vários trabalhos científicos não constataram redução na incidência de lesões como resultado da prática de alongamento. Por outro lado, existem também muitos estudos que puderam comprovar benefício do alongamento na redução de lesões. O simpósio do ACSM conclui que o benefício do alongamento decorre de seu efeito a médio e longo prazo, melhorando a flexibilidade, e não de um efeito imediato por alongar logo antes da prática de exercícios. Em outras palavras podemos e até devemos alongar logo antes de fazer exercícios. Portanto, só diminuiremos lesões quando, alongando repetidamente, tivermos melhorado a flexibilidade.

Quando alongar

O alongamento deve ser feito como prática regular, podendo até ser feito antes de outras atividades. O importante é perceber que seu efeito aparecerá a médio e longo prazo, assim como os benefícios de exercícios de força e de resistência. O que é uma prática comum e não recomendada é o alongamento imediatamente após o exercício, principalmente exercícios mais intensos e ou prolongados. A contra indicação se justifica pela exisência de micro-traumas nos músculos exercitados. Alongar neste momento não traz nenhum benefício, podendo até mesmo provocar maior dano muscular.

Duração do alongamento

Os estudos avaliados na revisão do MSSE permitem recomendar que o alongamento de um determinado grupo muscular tenha a duração mínima de 15 segundos e a duração máxima de 45 segundos. Menos que 15 segundos não trará efeito e mais que 45 segundos pode prejudicar o desempenho muscular em atividades realizadas imediatamente após alongar.

A recomendação final é investir em um programa de alongamento, pois a melhora da flexibilidade é um benefício que proporciona não só a possibilidade de prevenir lesões, como também de melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=447037325373766&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1

Fascite plantar

A fascite plantar é causada quando algo provoca uma inflamação na fáscia plantar. Este tecido tendinoso tem a finalidade de ajudar na sustentação. Portanto, a causa desta enfermidade pode ser, por exemplo, o uso constante de sapatos com salto alto, o excesso de peso, o aumento do tempo caminhando ou subindo e descendo escadas, entre outras coisas.

São muitas as situações que poderiam levar a tal quadro. Pessoas que possuem o hábito de correr tendem a desenvolver a fascite plantar quando aumentam a distância percorrida ou dão mais força aos treinos. Sapatos gastos são potencializadores desta condição. Indivíduos que possuem o arco do pé muito diferente do fisiológico têm mais disposição para a fascite plantar.

Sintomas

Os sintomas da fascite plantar surgem lentamente e não possuem relação com quedas ou com torções. Dependendo do organismo e da situação eles podem se apresentar mais ou menos intensamente. Na maioria dos casos a dor mais sentida é a que acomete o calcanhar quando se anda ou quando se fica em pé. Normalmente ela começa quando, a pessoa sentada, apoia completamente os pés no chão e levanta.

Em posição de repouso a fáscia plantar relaxa. Ao colocarmos os pés no chão e ao darmos os primeiros passos, ela alonga. Muitas vezes a dor melhora com a movimentação. Esta é, entretanto, crônica e diária. Pode haver inflamação local e a dor costuma ser pior pela manhã ou depois de estar por um período muito grande sentado.

Fascite plantar é uma condição comum rotineira na comunidade e é amplamente tratada conservadoramente. Os possíveis tratamentos que podem ser realizados para fascite plantar do pé são Fisioterapia e injeções de corticosteróides. Embora comum na prática clínica, a base de evidências subjacente a estas estratégias de tratamento é desconhecida.

Com a Fisioterapia, o paciente pode observar uma grande melhora da dor. O profissional poderá fazer alguns exercícios proprioceptivos, laser para reduzir a inflamação local, treino de marcha transferindo o peso para a região lateral do pé, Fortalecimento de tibial anterior reduzindo a pronação, fortalecimento da musculatura intrínseca do pé, órteses, terapia manual na fáscia e estudo de um calçado apropriado com suporte do arco plantar e calcanhar acolchoado.

Dicas para fazer em casa:

A principal medida para o tratamento de uma fascite plantar é manter os pés em descanso até a cura. Com o pé descansado o inchaço diminui, evitando que a situação piore. Quando a dor diminuir é indicado realizar alguns movimentos normais de forma lenta.

• Colocar gelo na região dolorida, pelo menos duas vezes ao dia e durante 10-15 minutos. É recomendável aumentar a freqüência nos dois primeiros dias. O gelo provoca a contração dos vasos sanguíneos, também ajudando na inflamação.
• Descansar ao máximo durante uma semana;
• Use palmilhas ortopédicas ou bandagens na área do tornozelo;
• Use splints noturnos para alongar a recuperar a fáscia lesionada;
• Use calçados de ajuste adequado.

Ciática vs Síndrome do Piriforme

Ciática e síndrome do piriforme podem parecer bastante semelhantes. Algumas pessoas afirmam que é realmente a mesma coisa, mas apesar das semelhanças nos sintomas, as causas subjacentes das duas condições são diferentes. A causa mais comum de irritação do nervo ciático ou ciática é a compressão de uma ou mais raízes nervosas devido a herniação do disco ou degeneração espinhal na região lombar inferior.

Ciática refere-se a irritação do nervo ciático, que surge a partir de raízes nervosas da coluna lombar.
Síndrome do piriforme é às vezes chamada de "ciática falsa", porque em vez de haver irritação do nervo real, ela é causada por dor de referência. A causa é a frequente contração do músculo piriforme.

Na maioria dos casos, a ciática pode ser diferenciada da síndrome do piriforme com simples manobras.

Para verificar se é ciática:
Teste de Lasègue
Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal.
Objetivos: compressão nervosa da região lombar, compressão de nervo ciático ou encurtamentos musculares
Descrição do teste: o terapeuta eleva passivamente o membro inferior com o joelho em extensão e verifica a reação do paciente.
Tensão sobre o nervo ciático se dá entre 35° e 70° graus. A partir de 70° o estresse será maior na coluna lombar.
É necessário prestar muita atenção no momento do teste, para que o terapeuta saiba diferenciar uma dor ciática ou encurtamento de isquiostibiais. Se a dor for do tipo queimação, choque, ardência, fisgada, ela poderá ser de origem neural leve desconforto sugere encurtamento muscular.

No caso de Ciática, o tratamento pode incluir:
- Eletroterapia para dor e a inflamação local;
- Terapias com calor e frio (termoterapia e crioterapia),
- Terapia Manual;
- Alongamentos
- Programas de conscientização postural
- Acupuntura;
- Osteopatia;

Teste para verificar piriforme:
Solicite ao paciente que, deitado na maca, abrace o joelho da perna sintomática e traga-o em direção ao ombro contra-lateral realizando Flexão + Adução + Rotação Interna. Esta manobra alonga o piriforme, e um aumento da dor é sugestivo de envolvimento muscular nos sintomas.
É também importante a investigação de pontos-gatilho miofasciais em glúteo mínimo, médio e máximo e piriforme, pois também podem ser responsáveis pela sintomatologia nestes casos.

No caso de Síndrome do Piriforme (e não radiculopatia), o tratamento pode incluir:
- Alongamento
- Uso de Gelo ou Calor
- Acupuntura (que tem como principio aumentar as endorfinas fisiológicas do nosso corpo para que possamos tolerar um nível maior de dor)
- Eletroterapia: Aparelhos como ultra-som e TENS para o alívio da dor e formigamento/dormência e para remover metabólitos e tecido cicatricial (evita fibrose), além de acelerar a resolução da lesão.
- Massagem transretal


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=449871631757002&set=a.156411584436343.40069.125861970824638&type=1&relevant_count=1&ref=nf