quarta-feira, 5 de novembro de 2014

BRONQUITE: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO COM A FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA

Os brônquios são canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. Quando ocorre uma inflamação dessas estruturas surge a bronquite. Existem três classificações para a bronquite:
- Bronquite asmática: é causada por alergia respiratória com o acúmulo de secreção nos brônquios;
- Bronquite crônica: caracteriza-se pelo acúmulo de secreção que se estende por mais de três meses;
- Bronquite alérgica: não é contagiosa, mas está intimamente relacionada a uma alergia respiratória.

Causas da Bronquite

A bronquite costuma acompanhar uma infecção viral respiratória, mas em alguns casos pode ser resultado de uma infecção bacteriana. Outros fatores de risco também incluem o contato com poluentes químicos e ambientais. Quando a bronquite alcança o nível mais crônico pode acabar aumentando o risco de outras infecções respiratórias, como é o caso da pneumonia. O cigarro é considerado o principal responsável pelo agravamento da doença, daí a bronquite ser conhecida também como “tosse dos fumantes”.

Principais sintomas da Bronquite

- Cansaço;
- Tosse que pode ser seca ou produtiva, dependendo da forma aguda ou crônica da doença;
- Dificuldades para respirar (com a manifestação de ruídos) ou até falta de ar;
- Alterações no apetite;
- Febre em muitos casos, mas relativamente baixa;
- “Chiados” ou ronco no peito;
- Expectoração que pode se tornar amarelada e espessa de acordo com a evolução da enfermidade.

Tratamento para a Bronquite

Alguns cuidados e procedimentos podem ser bem eficazes para tratar a bronquite:
- Beber bastante líquidos para fluidificar as secreções e facilitar a remoção;
- Repousar;
- Lavar as mãos com frequência;
- Reduzir a exposição à poluição do ar;
- Não fumar ou permanecer em locais com pessoas fumantes;
- Praticar exercícios físicos que auxiliem na melhora da respiração, é o caso da natação;
- Realizar sessões de fisioterapia que auxilia no aumento da capacidade respiratória e também da eliminação de secreções. Técnicas manuais e exercícios que trabalham a respiração são aplicados para favorecer a expectoração, facilitar a respiração e melhorar, inclusive, o estado pulmonar do paciente.




Fonte: fisioterapiamanual.com.br

DPOC: CONHEÇA A DOENÇA QUE AFETA 7,3 MILHÕES DE BRASILEIROS

O principal tratamento para a doença é a fisioterapia respiratória
A bronquite crônica é uma condição clínica caracterizada por excesso de secreção mucosa na árvore brônquica, levando a sintomas de tosse crônica ou de repetição junto com expectoração, pelo menos em 3 meses do ano, e em dois anos sucessivos. Juntamente com outra doença pulmonar, o enfisema, a bronquite crônica caracteriza a chamada Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (ou DPOC). Isto porque estas duas doenças, embora por diferentes mecanismos, têm como principais fatores etiológico o hábito de fumar cigarros e a poluição ambiental, levando a uma síndrome pulmonar que se caracteriza por obstrução crônica das vias aéreas inferiores.
Após as manifestações clínicas, o paciente com DPOC (bronquite crônica ou enfisema) passa a apresentar uma piora progressiva e irreversível das funções pulmonares pois, para evitar sua progressão, o diagnóstico teria que ser feito antes dos sintomas clínicos aparecerem.
As doenças pulmonares obstrutivas crônicas são consideradas hoje como um problema de Saúde Pública. Assim, estima-se que cerca de 10 milhões de norte-americanos tenham DPOC sendo que, destes, 7,5 milhões seriam portadores de bronquite crônica e 2,5 milhões sofreriam de enfisema. No Brasil, esta doença atinge um grande número de pessoas, de ambos os sexos, principalmente a partir dos 40 anos de idade.

Sem sombra de dúvida o hábito de fumar desempenha um papel importantíssimo no desenvolvimento tanto da bronquite crônica quanto do enfisema. Só para termos uma idéia, hoje já se sabe que a incidência de DPOC se eleva de 19,7% em homens que nunca fumaram para 87,7% em fumantes de mais de dois maços de cigarro por dia. Isto significa dizer que os fumantes de mais de dois maços de cigarro/dia têm um risco 4,5 vezes maior de desenvolver DPOC do que os não-fumantes.
Outro fator que merece ser levado em consideração no desenvolvimento da DPOC é a poluição atmosférica, especialmente o dióxido de enxôfre e as partículas suspensas de combustíveis. Embora não seja responsável diretamente pelo desenvolvimento da DPOC, o aumento da poluição aumenta a incidência desta doença em indivíduos fumantes.

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Fonte: vvale.com.br

PESQUISADORES DESENVOLVEM HIDROGEL MAIS EFCIENTE PARA LESÕES NA CARTILAGEM

Hidrogel pode reparar danos de forma muito eficaz

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Pesquisadores das universidades americanas Johns Hopkins e Stanford desenvolveram um hidrogel (gel formado a partir da dissolução de um sólido, no caso, o polietilenoglicol) que pode reparar danos na cartilagem de forma mais eficiente do que os tratamentos utilizados até hoje. O novo método foi testado em 15 pacientes com problemas no joelho decorrentes de defeitos na cartilagem, e os resultados foram publicados nessa quarta-feira, no periódico Science Translational Medicine.
O tecido cartilaginoso, flexível e de cor branca leitosa, é encontrado em diversas partes do corpo humano, como nariz, orelha, caixa torácica e entre as vértebras da coluna. Nas articulações, a cartilagem é responsável por evitar o atrito entre os ossos, permitindo a movimentação.
Um dos métodos amplamente estudados nos últimos 20 anos para promover a regeneração da cartilagem é o chamado transplante autólogo de condrócitos, que consiste na introdução de células do tecido cartilaginoso do próprio paciente para o local lesionado. Trata-se, no entanto, de um processo complexo, que requer duas cirurgias, e também muito caro: apenas a parte laboratorial, sem contar as cirurgias, custa cerca de 30.000 dólares.
Do ponto de vista clínico, o tratamento mais comum para defeitos e lesões na cartilagem é a cirurgia de microfratura. Esse processo consiste na criação de pequenos buracos no osso próximo à cartilagem danificada. O objetivo é liberar as células-tronco presentes na medula óssea, para que elas promovam a regeneração da cartilagem.
O novo método combina a cirurgia de microfratura com a aplicação de um hidrogel que promove a regeneração do tecido cartilaginoso, aumentando assim a eficiência do tratamento. Inserido nas áreas onde há falhas na cartilagem, o gel funciona como uma espécie de fertilizante, proporcionando as substâncias e condições adequadas para o crescimento da cartilagem.
“O hidrogel promove o alicerce para a nova cartilagem crescer. Ele proporciona um ambiente enriquecido para o crescimento de tecidos – especificamente, promove o crescimento das células que compõem a cartilagem, ao mesmo tempo em que desestimula as células que criam cicatrizes na cartilagem”, disse Jennifer Elisseeff, integrante da equipe de pesquisadores, ao site de VEJA. Essas cicatrizes são responsáveis pela formação da fibrocartilagem, que pode evoluir para tecido ósseo – um efeito não desejado nesse tipo de tratamento.
Para promover a ligação entre o osso e o hidrogel, os pesquisadores desenvolveram uma substância com propriedades adesivas, que é aplicada no local antes da colocação do gel. “O adesivo funciona como um primer (tinta especial para preparação de superfícies), que fixa a tinta à superfície da parede. Ele também estimula o crescimento do tecido”, afirma Elisseeff.
Teste clínico – Depois de diversos estudos realizados com caprinos para avaliar a segurança e eficácia do método, a tecnologia adesivo-hidrogel foi submetida ao primeiro estudo clínico.
Foram selecionados 18 pacientes, todos com uma lesão na cartilagem com tamanho de dois a quatro centímetros quadrados. Dentre eles, 15 foram tratados com o adesivo-hidrogel após o procedimento de microfratura, enquanto os outros três foram submetidos apenas à microfratura, compondo o grupo de controle.
Para facilitar o preenchimento dos buracos e defeitos de formato irregular presentes na cartilagem, o hidrogel foi aplicado no local em estado líquido. Logo após a aplicação, o líquido é exposto à luz, o que faz com que, em menos de cinco minutos, ele adquira a consistência gelatinosa.
De acordo com Elisseeff, é difícil medir com precisão quanto tempo leva para que a cartilagem seja regenerada após a aplicação do hidrogel, e esse tempo pode variar de acordo com cada paciente. No caso do estudo, os participantes esperaram um tempo padrão de recuperação, e retomaram suas atividades normalmente após seis semanas.
Resultados – Imagens obtidas por meio de ressonância magnética mostraram que os pacientes tratados com o hidrogel tiveram 86% dos defeitos na cartilagem corrigidos. Nos pacientes que foram submetidos apenas à microfratura, a taxa de recuperação foi de 64%.
Dentre os 14 participantes avaliados por ressonância magnética no grupo que recebeu o hidrogel, 12 tiveram recuperação de mais de 75% da cartilagem, enquanto no grupo de controle apenas um dos três pacientes atingiu esse percentual.
Seis meses após o tratamento, sete dos 14 pacientes obtiveram 100% de integração entre o novo tecido e seu entorno, enquanto a outra metade apresentava lacunas com menos de dois milímetros. Já no outro grupo de controle, dois dos três pacientes tiveram 100% de integração.
Nenhum paciente do grupo adesivo-hidrogel apresentou crescimento ósseo, mas esse processo ocorreu com um paciente do outro grupo.
Menos dor – Quase todos os pacientes tratados com o hidrogel apresentaram uma redução significativa da dor após o tratamento. Apenas um dos 15 participantes continuou a apresentar dores depois se seis meses. No grupo de controle, um dos três pacientes apresentou redução da dor em seis meses.
De acordo com Jennifer Elisseeff, da Universidade Johns Hopkins, os próximos passos dessa pesquisa incluem o desenvolvimento de um novo biomaterial (como o hidrogel) com ainda mais funções e um estudo de maior abrangência sobre doenças das articulações.


Fonte: Veja

ESPECIALISTAS APOINTAM PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA GINÁSTICA LABORAL

Quinze minutos diários de atividades orientadas por profissionais são suficientes para evitar lesões decorrentes do trabalho
A ginástica laboral ou exercícios físicos durante o horário de serviço, é considerada primordial para a saúde do trabalhador. Nas empresas privadas ou públicas, muitos funcionários passam boa parte do dia com funções repetitivas. Ficam várias horas na mesma posição e, muitas vezes, nem se lembram da postura correta.
Segundo a Presidente da Associação Brasileira de Ginástica Laboral (ABGL), Valquíria Aparecida de Lima, em entrevista à TV Câmara, a principal meta é diminuir os malefícios do sedentarismo, podendo assim, em poucos minutos, ativar o corpo e oxigenar melhor a parte muscular. Ressaltando que a parte mais importante é a integração social, obtendo assim o alivio do stress. 

Reprodução / David Camargo - Funcionários Steel Forma
Funcionários Steel Forma


Segundo Fernando Sanburagi Rodrigues, sócio-
diretor da Ergo Physical, de Cambé, empresa especializada em consultoria sobre ergonomia, a ginástica laboral é importante para os funcionários e para a empresa, pois tendo uma série de exercícios dentro do âmbito de trabalho, auxilia na prevenção de problemas osteomusculares provenientes de má postura e condutas inadequadas. A ginástica pode ser realizada tanto no inicio, meio ou ao final da jornada de trabalho. 

O principal benefício é a prevenção de problemas osteomusculares como dor nas costas e nos braços, melhorando também a disposição na jornada de trabalho.

A fisioterapeuta Karina de França Avanzi, da 
Clinica Vittae, atende quase 10 empresas e aponta algumas questões que o profissional fisioterapeuta ou educador físico precisa analisar antes de aplicar os exercícios. São aplicados alongamentos, técnicas de relaxamento, pilates ou fortalecimento dos músculos, sempre é constatada a avaliação postural e feita um análise do ambiente. Se a predominância é de funcionários que ficam a maior parte do tempo sentados, são aplicados exercícios referentes à melhoria postural e prevenção de danos futuros ao colaborador.

A Educadora física Maura Renata Hezel Roik, associada do Serviço Social da Indústria (SESI), aplica atividade de ginástica laboral em algumas empresas da região de Londrina, e conta que em todas as atividades são necessárias avaliações, para que os 15 minutos que o funcionário tem para a realização da ginástica não se torne maçante. Segundo Maura, a alternância entre exercícios é fundamental, sempre analisando a necessidade de cada setor ou seguimento da Indústria.

A empresa passa a ter um grande ganho, pois os funcionários acabam indo trabalhar com mais disposição e relaxados, visando o bem-estar das atividades corporativas.

O colaborador que passa a maior parte do tempo sentado acaba tendo dores, por má postura. Um exemplo é a "estudante de jornalismo Andressa Schmidt. Ela vê a ginástica laboral adotada pela empresa como um grande benefício, visando a prevenção de problemas futuros e a consequência que a má postura pode causar ao organismo. Trazendo assim maior desempenho das atividades.

A supervisora geral da empresa de móveis 
Steel, Helen Ilario, fala principalmente das questões de qualidade do organismo, mas ressalta que este momento, em que os colaboradores passam juntos, são 15 minutos de muita descontração e interação.

Os profissionais apontam quais os principais Benefícios para os colaboradores.

- Promove o combate e prevenção das doenças profissionais.
- Promove o combate e prevenção do sedentarismo, estresse, depressão, ansiedade, entre outros.
- Melhora da flexibilidade, força, coordenação, ritmo, agilidade e a resistência, promovendo uma maior mobilidade e melhor postura.
- Promove a sensação de disposição e bem estar para a jornada de trabalho.
- Reduz a sensação de fadiga no final da jornada.
- Melhora da auto-estima e da auto-imagem.
- Combate as tensões emocionais.
- Melhora da atenção e concentração as atividades desempenhadas.
- Favorece o relacionamento social e trabalho em equipe.
- Melhoria das relações interpessoais.
- Reduz os gastos com afastamento e substituição de pessoal.
- Diminui afastamentos médicos, acidente e lesões.
- Melhora da imagem da instituição junto aos empregados e a sociedade.

Reprodução / David Camargo
Reprodução / David Camargo - Funcionários Folha de Londrina
Funcionários Folha de Londrina

Fonte: bonde.com.br

OS EXERCÍCIOS FÍSICOS NA FIBROMIALGIA

Estes pacientes, caracteristicamente exibem diminuição da aptidão cardiorrespiratória. Há evidência de que a atividade física modula a dor em pacientes com FM.
A síndrome da fibromialgia (FM) se caracteriza por dor crônica generalizada, distúrbio do sono e fadiga. Estes pacientes, caracteristicamente exibem diminuição da aptidão cardiorrespiratória. Há evidência de que a atividade física modula a dor em pacientes com FM.


Antes de iniciar um programa de exercícios é importante fazer uma avaliação funcional e cardiovascular para identificar condições que possam interferir no desempenho e na resposta ao exercício ou oferecer risco como doença coronariana e hipotensão postural. As co-morbidades musculoesqueléticas podem limitar o treinamento e devem ser tratadas previamente.

Importante informar que embora deva ser praticado indefinidamente, o benefício ocorre apenas entre oito e dez semanas após o início do programa e continua aumentando até a vigésima semana, mas alguns indivíduos podem sentir-se pior e com mais dor, inicialmente. Assim como a prescrição de medicamentos deve conter dose, duração e intervalo, a prescrição do exercício deve detalhar orientações sobre a intensidade inicial do treino e como aumentar progressivamente a carga. Enquanto o benefício mais expressivo parece ser com exercícios aeróbios, o fortalecimento e o alongamento também têm efeitos terapêuticos.

Uma hipótese para explicar esta observação é que o treino aeróbio provoca mudanças neuroendócrinas necessárias para a melhora do humor (aumento de serotonina e norepinefrina) e o alongamento não. Assim como para outras doenças reumáticas, a hidroterapia é comumente prescrita na FM. Pacientes com FM parecem necessitar de um período maior e mais esforço pessoal para adaptação a um programa de exercício. Por isso, a progressão da carga deve ser mais lenta que o habitual. Estudos futuros são necessários para conhecer a resposta cronotrópica ao esforço em pacientes com FM com e sem disautonomia e saber se estas fórmulas podem ser validadas e aplicadas em pacientes com FM ou se há fórmula específica para esta população.



Fonte: Portal a tarde

COLÁGENO PODE FORMAR NOVO TECIDO E TRATAR LESÕES NA CARTILAGEM ARTICULAR

Dos problemas que podem prejudicar os praticantes de exercícios, particularmente os corredores, existe um que requer maiores cuidados pela gravidade das suas consequências. Trata-se do problema das lesões de cartilagem articular, que se constituem em um verdadeiro “fantasma” tanto para os praticantes de exercício como também para os idosos.
Em função da importância do tema, solicitamos a colaboração da fisioterapeuta, doutora em Reabilitação pela UNIFESP, Gerseli Angeli na elaboração do texto abaixo:

Os dois principais problemas que acometem a saúde das cartilagens articulares são: aosteoartrite e a artrite reumatóide.
A osteoartrite consiste em um problema puramente da cartilagem, sem nenhum componente autoimune. Os principais sintomas são dor, edema (inchaço), crepitação, deformação da cartilagem e, consequentemente, da articulação acometida. A artrite reumatoide consiste em uma doença autoimune que, dentre outros acometimentos sistêmicos, está acompanhada da inflamação das articulações, fadiga e dor muscular, e cuja progressão leva a deformação articular.

Devido ao quadro inflamatório presente em ambas as doenças, o tratamento consiste na administração de anti-inflamatórios não hormonais e analgésicos e na manutenção da mobilidade articular, a fim de prevenir e/ou diminuir a deformação. Apesar de esses tratamentos controlarem os sintomas decorrentes do processo inflamatório, eles não alteram o curso da doença, o que só é possível com a reconstrução da cartilagem.

Há algumas décadas, a administração oral desuplementos nutricionais a base de Glicosamina e Condroitina tem sido utilizada em grande escala, com o objetivo de se conseguir mesmo que uma tênue reconstrução cartilaginosa. Mais recentemente parece ter surgido uma nova alternativa com resultados animadores. O uso do colágeno ativado do tipo II, com uma quebra programada, apresenta evidências de favorecer a formação de um novo tecido cartilaginoso.

Até o momento, os resultados obtidos em estudos baseados em avaliação de imagem, como ressonância magnética, e os de percepção subjetiva de dor têm sido bastante satisfatórios. Este sucesso tem levado ao aumento do consumo deste nutriente por diversos pacientes acometidos por ambas as doenças, acenando com um prognóstico animador para um problema de tão difícil tratamento.
Fonte: Eu atleta

CONHEÇA O NEOPILATES E SAIBA QUAIS SÃO AS SUAS DIFERENÇAS COM O PILATES TRADICIONAL

Conheça o neopilates, ideal para quem quer gastar muita caloria e definir o corpo
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Você já ouviu falar no neopilates? Trata-se de uma aula com exercícios de pilates + treinamento funcional + arte circense.

O método, explica a fisioterapeuta Caroline Gualdi, da Clinica Vittacare, une novos equipamentos e novos conceitos ao princípio do pilates convencional, tornando a aula mais desafiadora e mais divertida, já que os exercícios são executados em bases instáveis ou suspensas, como tecido acrobático, slackline, bolas, entre outros. Tudo isso sem perder os princípios fundamentais do pilates convencional como respiração, alinhamento, concentração e contração do abdômen.
CONCEITO NOVO
É um conceito novo que está se tornando conhecido em todo o Brasil. Foi criado pela fisioterapeuta catarinense Amanda Braz, que, após muitas pesquisas, apresentou o método no Congresso Brasileiro de Fisioterapia, em 2010. Os equipamentos são exclusivos do método e foram idealizados pela própria Amanda e criados por uma equipe de fisioterapeutas e engenheiros brasileiros.


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Foto: Divulgação

DIFERENÇAS
NEOPILATES
1 – Bases instáveis
2. Equipamentos diferenciados e lúdicos
3. Exercícios em sua maioria desafiadores. Instabilidade é a palavra-chave
4. Gasto calórico de até 500kcal/aula

PILATES CONVENCIONAL
1 – bases estáveis
2 – Equipamentos tradicionais
3 – Exercícios mais precisos e executados com fluidez
4 – Gasto calórico de até 300kcal/aula




BENEFÍCIOS DO NEOPILATES
1 – Ganho de equilíbrio e segurança - Exige controle do corpo em função dos aparelhos diferenciados.
2 – Melhora da coordenação e concentração - Exige atenção pelo uso de muitos acessórios.
3 – Ganho muscular rápido (2 a 3 meses) - Usa o peso do próprio corpo e a ação da gravidade, sem hipertrofiar.
4 – Melhora cardiorrespiratória expressiva - Exercícios mais dinâmicos que beneficiam também o sistema circulatório.
5 – Aumento significativo da flexibilidade corporal - Favorecida pelos exercícios acrobáticos.
6 – Maior gasto calórico - Quando comparado ao convencional
7 – Aumento da auto-estima - São exercícios muito divertidos e alguns são executados em grupo.

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PROFISSIONAIS HABILITADOS
Assim como no pilates convencional, fisioterapeutas e educadores físicos podem aplicar o método, desde que oficialmente habilitados.

PREÇO MÉDIO DA AULA
Trabalhamos com mensalidades, mas o valor da aula, dependendo da frequência realizada varia de R$30,00 a R$50,00.

DURAÇÃO DA AULA
A aula tem duração de uma hora, e no nosso estúdio atendemos no máximo três alunos por turma.

CALORIAS
Uma hora de aula pode queimar até 500kcal.

CONTRAINDICAÇÃO
Não possui contraindicação. Todos podem praticar, mesmo quem nunca praticou pilates. Temos no estúdio alunos de todas as idades e condicionamentos, inclusive gestantes.

CUIDADOS
O Neopilates só requer mais atenção no caso de gestantes, cardiopatas, hipertensos e diabéticos, que devem requisitar liberação médica antes de começar a praticar. Todos os exercícios são escolhidos conforme o condicionamento físico do aluno, que é avaliado e acompanhado 100% da aula.

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Imagem: Revista Veja
Ortopedia claro
Fonte: Blog Barra de Cereal

TRANSPLANTE DE CARTILAGEM PODE CURAR LESÕES

Problema ocorre com traumas como contusão, queda de altura ou entorse. A dor pode surgir durante a prática de exercícios ou atividades da vida diária
Joelho eu atleta (Foto: Getty Images)No joelho normal, as extremidades dos ossos são cobertas pela cartilagem, que permite o deslizamento suave dos ossos como uma almofada, que absorve o impacto durante a carga e o movimento. Neles, a espessura da cartilagem pode atingir alguns milímetros e é mais espessa nas regiões que recebem mais peso. Na rótula, pode chegar a atingir os 8mm.
A doença da cartilagem no joelho afeta uma apreciável percentagem da população e é, infelizmente, uma lesão comum nos esportes. A lesão da cartilagem (ou lesão condral) pode ocorrer por um trauma como contusão, queda de altura ou entorse. Uma vez lesada, há deterioração deste tecido, que perde a sua regularidade e plasticidade em variados gradientes.
Os estágios de alteração da integridade da cartilagem vão desde o simples amolecimento, passando pela fissuração efibrilação, até o seu descolamento completo do osso subjacente, com desenvolvimento de verdadeiras crateras de dimensões variáveis, por vezes com alguns centímetros quadrados de superfície. O resultado é a dor, que pode ser desencadeada durante o esporte ou pode progredir para atividades da vida diária.  Além disso, as lesões cartilaginosas cursam também com episódios de inchaço.
A cartilagem, ao contrário da pele e outros tecidos bem vascularizados, tem baixíssimo poder de cicatrização (baixo turn over) por ser um tecido avascular (sem vasos sanguíneos). Uma vez lesada, ela degenera e causa sintomas.
A mosaicoplastia do joelho é um procedimento cirúrgico indicado para as lesões focais (crateras), bem delimitadas e pouco extensas. Ela consiste no preenchimento dessas áreas desprovidas de cartilagem ou com cartilagem francamente deteriorada, por um transplante de cartilagem “saudável”, colhida em áreas da mesma articulação, mas não envolvidas no contato articular ou que recebam peso. Ao possibilitar a “pavimentação” de uma cratera articular, a mosaicoplastia permite que se crie, ao fim de algumas semanas, uma nova superfície de cobertura, constituída por cartilagem e fibrocartilagem de aceitáveis qualidades plásticas e de efetividade duradoura.
O paciente ideal para esta cirurgia inclui:
- Idade menor que 50 anos;
- Ausência de artrose;
- Lesão focal de 1 a 4 cm2;
- Falha de procedimentos prévios como as microfraturas.

No período pós-operatório, o paciente deve manter a deambulação com um par de muletas, evitando soltar o peso no membro operado por, pelo menos, seis semanas.
No período de três a quatro meses, é esperada intensa atrofia muscular da coxa por desuso e este deve ser um dos principais focos do fisioterapeuta que acompanhará o paciente.

Espera-se que haja atividade biológica cicatricial na lesão por até seis meses. O maior indicativo da cura da lesão é a melhoria da dor, podendo dispensar exames de imagens que levam muito tempo para se normalizar.


Autoria:
Adriano Leonardi ortopedista (Foto: editoria de arte)
Fonte: Eu Atleta

JOELHO DE MULHER É MAIS SUSCETÍVEL A LESÕES?

Para a corrida, esta proporção de lesão no joelho extrapola o índice de um homem para sete mulheres para a mesma intensidade e volume de treinos
Estudos publicados nos últimos 20 anos mostram que as mulheres que praticam corrida de ruanão apenas estão se lesionando, mas que isso acontece em taxas absurdamente maiores do que os homens. Para a corrida de rua, esta proporção de lesão no joelho extrapola o índice de um homem para sete mulheres lesionadas para a mesma intensidade e volume dos treinos.
Mas, por que isso ocorreria? Seria o uso do salto alto, força muscular reduzida? Anatomia? Por que o joelho da mulher é mais suscetível a lesões? Autores que estudam a mulher corredora afirmam que as atletas exibiriam um tempo de recrutamento de grupos musculares mais prolongado que os observados em homens e que isso poderia afetar a dinâmica de diversas articulações, principalmente do joelho.
De maneira mais didática, isso significa que, em uma aterrisagem do vôlei, por exemplo, o “comando” vindo do cérebro para que a musculatura se contraia de maneira adequada chega “atrasado” em alguns músculos, principalmente nos glúteos médio e mínimo no quadril (músculos estabilizadores da pelve) e no vasto medial (músculo interno da coxa). Isso faz com que o fémur “rode para dentro” e deixe a patela mais lateralizada e em contato reduzido das superfícies articulares.
Quanto menor a área de contato, maior a pressão e, consequentemente, maior a chance de lesão crónica de tecidos, em especial a cartilagem patelar. Nos últimos cinco anos, alguns autores provaram existir o valgo dinâmico através do exame chamado eletromiografia e da ressonância magnética dinâmica (em movimento). Ele postulam que o problema das mulheres corredoras é na verdade funcional e nao só anatómico, como se pensava 30 anos atrás.
Isso significa que a cada passo da corrida, a mulher estaria sujeita ao valgo dinâmico? Sim. A fase inicial da corrida é chamada de absorção de impacto, no qual a energia cinética do contato do pé ao solo é absorvida através da contração muscular e da flexão do joelho. Havendo o valgo dinâmico, existiria um micro-trauma de repetição que, a médio e longo prazo, desenvolveriam sintomas como a dor, desconforto e inchaço no joelho.


Condromalácea


A condromalácia patelar (também conhecida como síndrome da dor patelo-femoral, ou "joelho de corredor") consiste em uma doença degenerativa da cartilagem articular da superfície posterior da patela.
O termo vem do latim e significa, em sua essência, “amolecimento da cartilagem”. Muito comentada e estudada desde o início dos anos 90 com o advento da Ressonância Nuclear Magnetica como ferramenta diagnostica de lesões no joelho.
Dentre o rol de doenças do joelho da mulher corredora, esta estaria intimamente ligada ao valgo dinâmico e, infelizmente, tratada de maneira incorreta em muitos casos.
Acredita-se que a doença desenvolva-se a partir do contato excessivo da cartilagem da rótula que estaria lateralizada em relaçao ao seu “trilho”, a tróclea femoral. A distribuição desigual dos pontos de pressão causaria, em longo prazo, morte celular e desarranjo da matriz extra-celular, com consequentes sintomas de dor, creptação ou sensação semelhante a “areia” dentro do joelho, estalos e, às vezes, falseios. No início, a lesão dá-se por amolecimento da cartilagem. A seguir, podem haver ulcerações, fissuras, terminando com o desgaste de toda sua espessura, evoluindo,assim como qualquer lesão cartilaginosa, para a osteoartrose.


Os graus


Segundo a classificação descrita por Outerbridge (1961), existem 4 níveis de condromalácia patelar, de acordo com o estágio de deterioração da cartilagem.
1 - amolecimento da cartilagem e edemas. Este estagio é considerado como normal por quase todos os autores e estaria presente em quase toda a população acima de 20 anos de idade.

2 - fragmentação de cartilagem ou fissuras com diâmetro < 1,3cm de diâmetro

3 - fragmentação ou fissuras com diâmetro > 1,3cm
4 - erosão ou perda completa da cartilagem articular, com exposição do osso subcondral


O que se sente?


Os principais sintomas são: dor profunda no joelho, as vezes irradiada para a região posterior, desencadeada na corrida e, posteriormente, ao subir e descer escadas, ao levantar-se de uma cadeira, muitas vezes restringindo para atividades da vida diária.
Crepitação e estalos, muitas vezes audíveis sao comuns. Quando existe o acumulo de líquido dentro do joelho, conhecido popularmente como “água no joelho”, indica agravo da doença com uma complicação comum denominada sinovite, uma reação inflamatória da membrana sinovial que reveste o joelho.


Como se trata?


O tratamento fundamenta-se na detecção da presença valgo dinâmico e de desequlibrios musculares através do exame físico minucioso, com atenção especial para a musculatura do quadril feminino, observando-se a postura adotada no movimento de descida, detecção de pisada muito pronada pelo teste de baro-podometria e avaliação do equilíbrio muscular entre musculatura anterior da coxa (extensores do joelho) e posterior (flexores), através do teste de força ou avaliação isocinetica.
A reabilitação envolve recursos antiinflamatorios iniciais como o laser e o ultrassom, seguidos da ativação de grupos musculares enfraquecidos, muitas vezes com auxilio da eletroterapia (correntes russa ou australiana), seguida do fortalecimento e aumento do tempo de ativação de grupos musculares através dos treinos proprioceptivos e pliométricos.
Muitas vezes, o uso do salto alto deve ser reduzido por determinado período e pisadas muitopronadas ou muito supinadas também devem ser tratadas.

Tratamento

O tratamento cirúrgico da condromalácia patelar nunca deve ser a primeira opção no tratamento da doença e se reserva aos casos de quem não melhorara com a reabilitação
bem feita, com defeito cartilaginoso de graus 3 ou 4 e com encurtamento crônico da retinacula lateral (tecido que segura a patela na região externa).

Nestes casos, através da artroscopia do joelho pode se realizar a regularização da cartilagem lesada, retirada de corpos livres e a soltura da retinacula encurtada, procedimento chamado de “release lateral”. Terapias adjuvantes como a aplicação intra-articular de acido hialurônico no período pós-operatorio auxilia no tratamento e previne a recidiva de sintomas.

Autoria:
Adriano Leonardi ortopedista (Foto: editoria de arte)

Fonte: http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/1855

IMPULSIONANDO SUA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA - ENTREVISTA COM CEO DA MAIOR CLÍNICA DE NY

Adam Banks é CEO da SportsMed, a principal clínica de fisioterapia de Nova Iorque

Tradução por: Philipe Aquim
Desde que abriu as portas em 2006, a SportsMed procura prover o melhor atendimento possível para os nova-iorquinos ativos. Em menos de cinco anos, a clínica passou a ser a maior e a melhor clínica de acompanhamento médico-desportivo e fisioterápico de Manhattan, provendo um nível avançado de expertise, experiência, acessibilidade e conveniência. O website americano destinado à fisioterapia, WebPT, entrevistou o CEO da SportsMed para desvendar o motivo do sucesso do empreendedor.
Confira entrevista traduzida abaixo, ou a sua versão original em 
http://goo.gl/Y4SiBh
Eu recentemente tive a oportunidade de trocar uma ideia com Adam Banks, CEO da NY SportsMed em Manhattan. Como este mês estamos dando ênfase ao marketing, eu decidi descobrir o que um dono de negócio na área da saúde tinha a dizer sobre o cultivo e o crescimento de uma base de referências sólida e autossustentável.
Conte-nos um pouco sobre você mesmo, sua experiência prática, número de clínicas, equipe, tempo como umbusinessman.
Eu administro a NY SportsMed em Manhattan. Nós abrimos nossas portas 5 anos atrás e a cada ano, nós fizemos grandes reinvestimentos em nosso negócio. Nós abrimos em 3 localidades nos primeiros 4 anos. Nossa equipe é composta por 55 funcionários, incluindo nossos 14 fisioterapeutas. Cada uma de nossas 3 localidades se encontra em áreas de alta densidade populacional da Cidade de Nova Iorque. Os nova-iorquinos tendem a ser muito centrados em suas próprias vizinhanças. É crucial para nós ter várias clínicas, para que os pacientes não necessitem sair de seus respectivos percursos para ir ao fisioterapeuta.
Eu não sou um fisioterapeuta. Isso me deu uma perspectiva única sobre a profissão, e nos ajudou a construir nosso negócio. Eu olho o negócio como um administrador, e estou atualmente no processo de obtenção de um MBA, para que eu possa gerenciar melhor uma companhia grande em ritmo de crescimento acelerado.
Diga-nos algo que nós não sabemos sobre a NY SportsMed.
NY SportsMed tem tido a oportunidade de trabalhar com alguns clientes muito famosos. Um dos nossos fisioterapeutas viajou com Bruce Springsteen e sua banda. Krista Simon era a fisioterapeuta do Clarence Clemmon. Krista foi até para o tour mundial com ele. Ela desenvolveu um vínculo com ele tão forte, que ele até a mencionou em seu livro. Nós ficamos muito abalados com o falecimento dele no verão passado.
Qual é a coisa mais importante que os fisioterapeutas tenham em mente quando forem promover sua clínica no meio médico?
Talvez seja cliché, mas eu desafiaria fisioterapeutas a pensar grande, sair do senso comum, e fazer algo memorável. No Natal passado, nos recebemos algo em torno de 14 cestas de doce na semana antes do Natal. Recebemos tantas que não conseguimos rastrear quem os havia mandado. Nós decidimos enviar iPods Nano da Apple como um agradecimento aos nossos principais parceiros na área médica. Eles custam algo em torno de 50 dólares, o mesmo preço de uma cesta de doces natalinos, e eu sei que seremos lembrados por isso. Se você for mandar algo como uma cesta de natal, seja o primeiro a mandar, ou mande em uma data comemorativa anterior ao natal.
Quais são as três táticas que você aplicou para criar contatos e referências para o seu negócio?
1-      Seja cordial e se certifique de que sua equipe está sempre bem
2-      Crie um ambiente com um pequeno fator “uau!”. Algo surpreendente. Nossa estrutura não se parece com um consultório médico. Lembra mais uma academia de alta tecnologia. Um ambiente assim é mais atrativo para o nosso público alvo
3-      Fisioterapeutas devem ter o hábito de ligar para seus pacientes no dia seguinte para ver como eles estão
Alguma estratégia de marketing que os fisioterapeutas deveriam evitar? O que você já tentou que não deu certo?
Nós paramos de gastar dinheiro em qualquer tipo de mídia impressa. Nós nunca obtivemos o retorno desse investimento. Eu sou me tornei muito disciplinado em relação a isso. Recebo várias propostas para divulgação impressa, mas eu me atenho ao meu mantra: “nós não imprimimos!” Eu somente usaria mídia impressa em um mercado menor, onde há jornais locais. Em lugares como NYC, mídia impressa é muito cara, e tem tantas, que é muito difícil para uma causar um impacto marcante. Decidimos voltar nossos investimentos para mídia digital. É assim que nos conectamos com nossos clientes.
Se você pudesse voltar no tempo e fazer uma coisa diferentemente (relacionada ao marketing), o que seria?
De vez em quando, marketing é tentativa e erro. Eu admito que já tomei decisões estúpidas relacionadas ao marketing. Eu normalmente percebo que minha decisão não foi boa uns dois meses depois de já ter assinado o contrato. Eu brinco que não há sequer um contrato que eu tenha assinado, de que eu não me arrependa depois. Eu parei de assinar contratos com companhias que vendem marketing. Eu vejo dessa maneira: se o que eles estão vendendo requere um contrato, então é porque eles não acreditam que seu produto é eficaz o suficiente para me fazer querer continuar o utilizando. Se o marketing é eficaz, você continua com eles.
Algum conselho sobre algo que qualquer clínica de fisioterapia poderia implementar hoje?
Primeiro e antes de tudo, limpe sua clínica. Pinte as paredes se estiverem sujas.

Adam Banks é dono da NY SportsMed, uma avançada clínica de fisioterapia com 3 localidades em Manhattan, Nova Iorque. Ele também escreve no blog PT Project (em inglês)
Fonte: WebPt

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

ACELERE SEU METABOLISMO

Metabolismo é toda reação química, que ocorre no nosso organismo, que gaste energia para produzir, ou seja, é a taxa com que o seu corpo queima calorias. O corpo humano queima calorias o tempo todo, seja treinando, trabalhando até mesmo dormindo, ele faz isso simplesmente para manter nosso organismo funcionando.
Diversas pessoas, por não conhecerem ao certo como funciona o corpo humano, acabam pensando que é o seu próprio metabolismo que é lento e o culpam por não conseguirem emagrecer da maneira que gostariam. 
Para uma pessoa que deseja tornar a taxa metabólica mais rápida, o ideal é treinar para ganhar massa muscular. Isso porque os músculos gastam muito mais energia para funcionar do que a gordura. 
Apesar de a genética influenciar no metabolismo de cada indivíduo, não se pode esquecer que os bons hábitos alimentarem, pode acelerar, em contrapartida, os maus hábitos podem diminuí-lo.

O QUE INFLUENCIA NO METABOLISMO
Seguem alguns fatores que influenciam no metabolismo:
Massa muscular: São fundamentais, pois são tecidos vivos, que queimam calorias 24hs por dia, portanto quanto mais músculos mais calorias seu corpo queima, mesmo em repouso.
Intervalo das refeições: Se permanecer muito tempo sem comer, o seu metabolismo diminui para conservar energia.
Intensidade de atividade: É importante fazer uma atividade intensa e que compatibilize a sua alimentação com o seu gasto calórico.
Alimentação: Os tipos de alimentos escolhidos aceleram ou diminuem o metabolismo, por exemplo, as dietas baixas demais em gordura tendem a resultar em baixa produção hormonal o que leva à diminuição do metabolismo.
Hidratação: A maioria das funções do corpo precisam de água, a falta dela faz com que o seu metabolismo caia.
Genética: Algumas pessoas têm um metabolismo naturalmente mais acelerado do que outras. Você não pode mudar a genética, mas pode estimular a aceleração do seu metabolismo.

COMO ACELERAR O METABOLISMO
Veja o que pode ser feito para acelerar o seu metabolismo:
Pratique exercícios aeróbicos: A taxa metabólica aumenta, após exercícios aeróbicos intensos.
Ganhe massa muscular: A musculação ajuda a ganhar massa muscular e tendo mais músculos o corpo gastara mais energia ainda para funcionar do que a gordura.

Faça várias refeições: É importante fazer varias refeições leves ao dia. Ficar muitas horas sem comer leva a queda do metabolismo e o organismo entende que é necessário economizar energia. 
Evite dietas rígidas: Quanto menor a ingestão calórica diária, menor a velocidade do seu metabolismo, pois o organismo baixa o ritmo pensando que não terá mais alimento muito cedo.
Alimente-se devagar: Quanto mais rápido e mais calorias uma pessoa come, maior a liberação de insulina, substância que promove o armazenamento de gordura.
Reduza as gorduras/açúcar e aumente os carboidratos: Uma dieta rica em gorduras estimula muito menos o seu metabolismo que uma alimentação com os outros grupos de alimentos, além de conter mais calorias por grama. O açúcar deverá ser restringido ao máximo já que como é rapidamente absorvido, é mais facilmente transformado em tecido adiposo.

Fonte: http://www.loanamuttoni.com.br/LOANA/Blog/Entries/2011/6/4_ACELERE_SEU_METABOLISMO.html

O que emagrece mais aeróbico ou musculação?

Oi pessoal, essa é uma dúvida muito comum aqui na minha cidade, assim como na academia e alguns de meus pacientes também costumam me perguntar. E de acordo com a experiência de vivência e profissional, em particular, eu optei por ganhar massa primeiramente e ir emagrecendo como processo normal, porque eu não queria ficar muito magrinha e principalmente flácida. Eu acredito que essa escolha é de acordo com o objetivo de cada um. E sempre que se pensar em perda de peso o mais importante é o consumo calórico. Ouço várias pessoas ao meu redor com a seguinte frase: "Quase não como e  não consigo emagrecer!". Justamente! Se você come em intervalos grandes, grandes quantidades de comida, seu organismo provavelmente estará trabalhando com metabolismo baixo. Vulgarmente falando, como nosso organismo entende em longos períodos sem se alimentar que precisa economizar energia, isso faz com que o que ingerimos passe a ser guardado em forma de reserva (geralmente no abdômen). Por isso, ouvimos sempre dizer pra se alimentar a cada 3 horas em pequenas porções, para que tentemos "enganar" nosso organismo, mantendo sempre nutrido, fazendo com que consuma mais e também impede que após muito tempo sem comer nos alimentemos em exagero.  E se você tem uma alimentação balanceada e deseja emagrecer, deve também praticar alguma atividade física para que seu gasto calórico aumente e seja maior que seu consumo.
Um cálculo que ajuda a saber seu gasto calórico diário, com base em sua idade, peso, altura, índice de massa corporal, sexo e nível de atividade física é TMB - Taxa de Metabolismo Basal. A taxa de metabolismo basal significa o quanto você precisa para se manter vivo e em repouso.(McARDLE e col., 1992 ). Nesse link você encontra no site do BEM Estar como fazer esse cálculo. 
Aeróbico
Gastamos mais calorias durante o exercício o que pode ser maior quando comparadas de um treino de musculação. 
Musculação
embora gaste menos durante o treino, ela tem a vantagem de continuar queimando durante o repouso, além de aumentar a massa muscular, o que por si só aumenta o gasto calórico. 

"Na verdade, para emagrecer de maneira saudável, o ideal é pensar em mudar a composição corporal, aumentando a massa muscular, reduzindo a gordura e não apenas perder peso aquele que é medido na balança. Tome de referência o espelho e as roupas, muito mais do que a balança propriamente dita, pois seu peso pode até não mudar muito, mas seu corpo sim! A musculação é um forte complemento dos treinos aeróbios, para quem quer reduzir a massa gorda e tonificar os músculos e vice e versa. Para isso procure associar os dois tipos de exercícios, conseguindo assim aumentar o gasto calórico total, emagrecendo de maneira mais eficiente, saudável e sem abrir mão de ficar com tonificado. 
Afinal, você prefere emagrecer e ficar flácido e fraco? Ou emagrecer enrijecendo os músculos, ganhando assim um corpo mais bonito, forte, saudável e atraente?"