terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Seis exercícios que amenizam as dores nas costas
A má postura e o sedentarismo podem desencadear dores nas costas e alterações na coluna. A prática regular de exercícios físicos previne o problema, mas também pode amenizar a dor quando o quadro já está instalado. Pessoas com dor nas costas e fraqueza nas pernas devem evitar a prática de exercícios durante a crise aguda e procurar ajuda especializada para um diagnóstico preciso. A seguir, saiba quais os cinco exercícios mais indicados para quem sente dores nas costas:
Diástase de Reto abdominal na gravidez

Quando você apalpa a parede externa do seu abdôme sente como se um pequeno buraco separasse os dois lados da musculatura da sua barriga? Então está na hora de procurar um médico. O que você tem é chamado diástase, uma separação entre certos músculos abdominais que, se não for tratada, pode provocar dores nas costas e nas pernas. Esse problema acomete cerca de 30% das mulheres no pós-parto.
O que é a diástase? Quais são as causas da doença?
R: Diástase é o afastamento dos músculos retos do abdome. Estes músculos são aqueles que fazem os “gominhos” do abdome “malhado”, são em número de dois e paralelos, laterais um ao outro. Quando há um aumento da pressão intra abdominal com o afastamento destes músculos (gestações múltiplas, obesidade, desnutrição, etc) ocorre a diástase.
Existe algum fator de risco?
R: Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios que, na gestação, provocam relaxamento muscular. Os fatores que predispõem uma mulher grávida para uma diástase do reto abdominal são usualmente: gestações múltiplas, obesidade, um bebé grande e excesso de líquido amniótico. Os sintomas mais comuns são dores na zona lombar, nádegas, coxas e uma protuberância no meio do abdómen quando se senta ou está de pé.
Como é feito o diagnóstico?
R: O diagnóstico é feito com o exame físico. Você pede para a paciente deitada se levantar sem o auxílio das mãos (como se fosse fazer abdominal) e percebe-se uma elevação na região central do abdome. Para saber a extensão do problema e ter mais clareza no diagnóstico deve-se fazer um ultrassom e buscar a avaliação de um fisioterapeuta. Se o afastamento for menor que quatro centímetros, exercícios físicos para a região abdominal podem reverter a situação em até três meses. Se for maior, é necessária uma cirurgia para unir os lados.
Existe algo que a mulher possa fazer sozinha para identificar o problema?
R: Na maioria das vezes o diagnóstico é feito pela própria paciente, ela só não sabe o nome do problema. Ela se queixa justamente de um abaulamento na região central da barriga ao se levantar, ao tossir ou fazer algum esforço.
O que pode ser feito para evitá-la?
R: Não dá para prevenir a diástase, mas manter o espaçamento estre as gestações em pelo menos dois anos, fazer exercícios físicos que fortaleçam a região, como pilates, acompanhados de um profissional e manter uma boa alimentação pode reduzir as chances.
Existe cura ou tratamento para a doença? Em que consiste o tratamento?
R: Sim. A depender do tamanho do afastamento, o tratamento mais indicado é o exercício físico, que deve ser acompanhado por um fisioterapeuta. Mas o tratamento definitivo é cirúrgico. A cirurgia consiste num corte transversal no abdome inferior (como se fosse uma cesareana) com descolamneto do tecido até o nível do umbigo ou acima se for necessário. Faz-se uma aproximação dos músculos sendo eles fixados pela aponeurose (uma pele grossa que recobre a musculatura abdominal como se fosse uma cinta). Esta cirurgia também é estética pois diminui o volume do abdome e define a cintura da paciente. O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher. Isso pode depender do corpo que você tinha antes de engravidar e pode levar apenas alguns meses ou até mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.
Fonte: www.fisioterapia.com
sábado, 12 de janeiro de 2013
Infiltração sim!
O tema é polêmico, principalmente para os fisioterapeutas que possuem uma série de métodos de alívio de dor e controle de inflamação, porém há momentos em que a infiltração é necessária e pode fazer toda a diferença dentro do planejamento esportivo.
O atacante peruano Paolo Guerrero, do Corinthians, se machucou em dividida. Prontamente foi iniciado o tratamento, ainda no banco de reservas, com uma bolsa de gelo no local lesionado. No dia seguinte veio a confirmação de um estiramento no ligamento colateral medial do joelho direito. Até aí se trata de uma lesão comum no futebol, com provável prosseguimento de rotina: vetar o jogador e encaminhar para a reabilitação, com retorno provável de no mínimo 2 semanas até 6 semanas. Seria uma caso comum se no dia depois do diagnóstico o time do atacante não fosse viajar para disputa do Mundial de Clubes da Fifa e o jogador fosse peça chave no esquema tático do técnico. Frente a esta dificuldade a infiltração se apresenta como um recurso médico de altíssima valia e possibilita a recuperação primária em um pouco tempo . Assim, o jogador foi submetido a infiltração (provavelmente com corticoides), pôde encarar as 14h de voo (recebendo tratamento fisioterapêutico durante todo o trajeto) e ser reavaliado na chegada a Dubai. Já no Japão e a menos de dez dias da estreia do time do Corinthians na competição o que se viu foi o atacante Paolo Guerrero fazendo trabalho intensos e separado do grupo, sob supervisão dos fisioterapeutas Bruno Mazziotti e Caio Mello.
Em outubro (2012) chileno Valdivia também teve lesão semelhante, permanecendo fora do resto do Campeonato Brasileiro. Confira a matéria aqui, com descrição do mecanismo de lesão e nossas dicas de tratamento.
Apesar de ser uma lesão simples o grande agravante é a dor persistente para bater na bola com a face interna do pé (chapa) o que limita muito a confiança do atleta e pode retardar o seu retorno ao campo. O tratamento deve seguir uma progressão de carga e estresse na região, tomando o cuidado para não agudizar o caso e regredir no tratamento.
Não temos a informação, mas pode ser que o atacante Guerrero tenha recebido uma nova infiltração, desta vez com anestésicos, no vestiário antes do jogo contra o Al Ahly. Atitude esta que há um risco pois poderia agravar a lesão, mas permitiria o atacante a jogar sem queixa alguma. Conduta aprovada ou não? O resultado foi um gol do atacante que rendeu ao Corinthians a possibilidade de disputar o título mundial de 2012 contra o Chelsea. Isso prova que o Departamento Médico pode fazer gols sim e o trabalho destes profissionais deve ser mais valorizado por parte dos dirigentes.
Casos como este é um risco que deve ser calculado e discutido, não vamos crucificar a infiltração. Por fim, é claro que se há tempo para uma recuperação conservadora e cautelosa poderia ser revisto o uso da infiltração neste caso.
Ft. Fernando Cassiolato
Fotos: Gazetapress, Marcos Ribolli, Lucas Borges
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Desequilíbrio muscular
Atualmente tem sido discutido sobre desequilíbrio muscular devido à transferência do atacante Pato ao Corinthians. Tiveram várias teorias à respeito das suas lesões recorrentes.
Um exame feito pelo fisiologista Turíbio Leite de Barros, em julho, concluiu que o atacante Alexandre Pato, 23, não tem lesões crônicas nas pernas, o que demandaria tratamento prolongado, sem garantia de sucesso.
Na análise, o fisiologista, que atuou na seleção brasileira e no São Paulo, afirma que Pato tem um desequilíbrio muscular nas pernas, o que ocasionou tais lesões.
Por questões éticas, o fisiologista não quis revelar detalhes do problema detectado. Segundo ele, o desequilíbrio causa lesões porque o atleta exige mais de uma das pernas para compensar a força inferior que tem na outra.
“Para o tratamento, é preciso um reforço muscular e até um reequilíbrio muscular em outras partes do grupo. Há também suplementos alimentares que ajudam nessa manutenção”, disse Turíbio Leite, ressaltando que não se refere ao caso de Pato.
O consultor médico do clube, Joaquim Grava disse em entrevista: "Tenho certeza que, o que aconteceu com o Pato, é que ele foi muito jovem para Europa, com 17 anos. Isso tudo sem haver uma transição da adolescência para adulto e houve uma sobrecarga com desequilíbrio muscular."
"Não tenho dúvida. Isso é uma coisa que é óbvia. Não existe nenhuma patologia que faça ter tanta lesão muscular. Ele teve esse treinamento que foi feito de maneira errado. Aí você entra num desequilíbrio muscular que você deixa de usar um músculo e passa a usar outro. Só a parte posterior da perna esquerda dele, ele teve seis lesões. Esse músculo foi mal treinado e maltratado."
"Não tem cura. Tem de fazer todas as avaliações. Fazer trabalho com o Fábio (Mahseredjian, preparador físico) e com o Bruno (Mazziotti, fisioterapeuta) para deixar o jogador apto. Ele não tem problema de ligamento, cartilagem... Aí sim seria um problema."
"Paulo Paixão me falou que aqui no Brasil foi desenvolvida uma cultura de preparação física que tá muito na frente do trabalho que acontece na Europa. Eu acho que um dos motivos para a volta de Alexandre Pato é que ele acredita que esse seja o caso, de preparadores físicos e fisioterapeutas daqui melhores do que os da Europa. Pato acredita que o Corinthians vai conseguir colocá-lo em condição de jogo", avalia Vickery (jornalista inglês).
"O Inter de Milão não tava conseguindo recuperar Ronaldo, o Brasil conseguiu. O Barcelona falou que Rivaldo não podia jogar a Copa [de 2002], e ele jogou e jogou muito", recorda o jornalista inglês, confiante na recuperação de Pato no Corinthians.
| Ed. de arte/Folhapress |
Vários estudos exaltam a necessidade de equilibrar a musculatura. A dúvida surge em como fazer isso e quando deve ser feito. É necessário para isso avaliar o que realmente constitui um desequilíbrio.
Um exemplo é quando é recomendado equilibrar o quadríceps e isquiotibiais em uma proporção de um-para-um, o que não é apoiado por muitos fisioterapeuta, que alegam a necessidade de avaliar o tamanho do músculo e sua função (que ações executa).
Um exemplo é a recomendação para equilibrar os músculos do ombro de nadadores, fazendo rotação medial de ombro e lateral . Fazer estes dois exercícios irá equilibrar a musculatura do manguito rotador do ombro, mas pouco fazem para equilibrar os principais músculos que movem o braço, como o peitoral maior e o grande dorsal para a fase de tração.
Esta é a ação contrária que usa os músculos antagonistas e mostra que um verdadeiro equilíbrio é formada entre os grupos musculares opostos. Apenas fazendo ombro lateral e medial rotação conjunta não é comparado com a quando a ação oposta é executada.
Naturalmente, existe uma pequena diferença de força entre, por exemplo, os músculos extensores (quadríceps) da perna direita e da esquerda, devido ao lado dominante. Entretanto esta diferença não pode ser muito acentuada. Quando a diferença execede um certo limite, caracterizamos um desequilíbrio muscular. Também é importante que as forças de músculos com funções antagônicas de uma mesma perna, como flexores e extensores tenham uma relação adequada. No caso, os extensores são músculos mais fortes que os flexores, porém, quando esta diferença se torna muito acentuada, o que é até um fato que ocorre com frequência, os músculos flexores, que são os posteriores da coxa, se tornam mais vulneráveis. Esta é a razão da grande incidência de lesões musculares na face posterior da coxa.
Houve alguns estudos muito interessantes mostrando que os melhores atletas costumam ter desequilíbrios. Quanto mais simétrico e harmonioso desenvolvimento do atleta é, menos ele será capaz de alcançar os níveis mais altos. Isso não significa que você deve ter desequilíbrios musculares. Você deve fazer este trabalho no período preparatório geral (GPP). Na época de competição, geralmente é sábio não fazer esse trabalho, porque pode tirar o trabalho necessário para os músculos maiores que são críticos para o sucesso no esporte.
Não devemos nos deixar levar a tentar equilibrar os músculos em uma limitação, sobretudo quando não sabemos exatamente qual equilíbrio é necessário. Ao fazer isso, é necessário examinar exatamente o que os músculos primários estão fazendo e depois executar alguns exercícios que estão em oposição direta a esses movimentos.
Círculo vicioso
Os desequilíbrios musculares podem aparecer, por exemplo, em função de sequelas de lesões pregressas. Quando um determinado músculo não recupera sua força após um período de desuso por lesão, certamente se estabelece um desequilíbrio muscular com músculos sinérgicos e antagônicos, gerando uma vulnerabilidade capaz de aumentar a probabilidade de aparecer uma nova lesão. Assim, cria-se um verdadeiro círculo vicioso que só será quebrado quando corrigirmos o desequilíbrio muscular.
Outra causa de desequilíbrios é o fortalecimento inadequado de determinados grupos por razões estéticas. O desequilíbrio muscular não afeta apenas a probabilidade de ocorrer lesões. Para o corredor, uma musculatura desequilibrada compromete também a biomecânica e a eficiência da corrida, prejudicando sensivelmente o desempenho.
Para evitar e corrigir desequilíbrios musculares, o atleta deve sempre se preocupar em procurar um profissional com formação acadêmica adequada para orientar a solicitação das avaliações para diagnóstico e tratamento individualizado.
Alguns dados de reportagem sobre Alexandre Pato foram da fonte:
© 1997-2013 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!
O que é Fáscia?
Fáscia é um tecido conjuntivo resistente
que cria uma teia tridimensional estendendo-se sem interrupção da cabeça aos
pés. É uma lâmina de tecido conjuntivo que envolve cada músculo, tem
sua espessura variada de músculo para músculo, dependendo de sua função. Às
vezes a fáscia é muito espessada e serve para a inserção do músculo
no osso. Para que os músculos possam exercer eficientemente um trabalho de
tração ao se contrair, é necessário que eles estejam dentro de uma bainha
elástica de contenção, papel executado pela fáscia muscular.
Fáscia envolve e permeia todos os músculos,
ossos, nervos, vasos sanguíneos e órgãos.
O sistema fascial afeta todo o sistema e
funções em seu corpo, músculo-esquelético, neurológico, metabólico, etc. As
fibras brancas, brilhantes que você vê quando você puxa um pedaço de carne no
prato é a fáscia.
Como a fáscia é classificada?
Fáscia consiste de um complexo que tem três
partes:
1. Fibras de elastina - Esta é a parte
elástica e extensível do complexo.
2. As fibras de colágeno - Estas fibras são
extremamente resistentes e dão suporte à estrutura.
3. Terreno substância/matriz: Uma
substância gelatinosa que transporta materiais metabólicos de todo o corpo
Qual é a função da fáscia?
O sistema fascial geralmente suporta,
estabiliza e acomoda. Fáscia cria separação entre estruturas, órgãos, ossos e
músculos. Ele cria espaço através do qual delicados nervos, vasos sanguíneos, e
fluidos podem passar.
Outra função das fáscias é permitir o fácil
deslizamento dos músculos entre si. Em certos locais as fáscias musculares
apresentam prolongamentos que se fixam no osso e são denominados “septos intermusculares”.
Estes separam grupos musculares em lojas ou compartimentos e ocorrem frequentemente
nos membros.
Restrições Faciais:
Em um estado saudável, as fibras colágenas
envolvem as fibras elásticas em uma configuração, relaxadas e onduladas.
Trauma, movimento repetitivo, inflamação ou má postura pode gerar uma fáscia
solidificada e encurtada. Estas áreas espessadas são referidas como uma
restrição fascial. Restrições fasciais têm a capacidade de criar até 2.000
libras de pressão por polegada quadrada em uma área restrita. A pressão de
esmagamento pode comprometer qualquer sistema fisiológico no organismo,
resultando em dor e disfunção.
Através da fáscia, todo o corpo estará
interligado como o fio de uma camisola ou uma teia de aranha. A restrição em
uma área do corpo cria tensão ao longo deste sistema, puxando outras estruturas
distantes. Isso explica por que algumas pessoas podem ter dor que parece não
estar relacionada à sua lesão original. Além disso, as restrições miofasciais
não aparecem em exames padronizados comuns, tais como raios-x, ressonância magnética,
tomografia computadorizada, etc
Restrições fasciais podem puxar o corpo
para fora de seu alinhamento normal, comprimindo superfícies articulares e
causando até abaulamento de discos, resultando em dor, perda de movimento, e
fraqueza.
Origem e Inserção
Origem Peça óssea que não se desloca.
Ponto fixo
Inserção Peça óssea que se desloca.
Ponto móvel
Nos membros, geralmente a origem é
proximal e a inserção distal.
A importância do sistema sensorial para sua vida
O sistema sensorial somático é responsável por seu senso de toque. O sistema sensorial somático tem nervos receptores que lhe ajudarão a sentir quando algo entra em contato com sua pele. Estes receptores sensoriais geralmente são conhecidos como receptores de pressão de toque. Você também tem receptores nervosos que sentem dor e mudanças de temperatura tal como quente e frio.
Fisiologia do toque
Você tem cerca de 5 milhões de receptores de nervo sensorial na sua pele. Mas você também pode sentir dor e pressão no interior do seu corpo. Pense em dores de estômago e dores de cabeça. A maioria de seu sentido de toque, porém, vem do estímulo externo, por meio de sua pele.
Assim como acontece uma viagem rápida dos receptores de toque em sua pele para o cérebro? Quando os sensores de toque, dor ou calor na sua pele são estimulados, enviam impulsos eléctricos para seus neurônios, células especiais que retransmitem os impulsos eletroquímicos [Fonte: Adam.]. Os neurônios sensoriais então agir como uma equipe de revezamento, passando o pulso elétrico de um neurônio para neurônio até atingir a medula espinhal. A medula espinhal leva o sinal de entrada e envia para seu cérebro. Uma vez que o cérebro recebe o sinal da medula espinhal, ele converte o sinal elétrico [Fonte: Johns Hopkins].
Se seus receptores de dor enviaram uma mensagem dizendo que o sapato ficou muito desconfortável, o cérebro sabe que seu corpo está sentindo dor. Seu cérebro sinaliza para os músculos de seu pé para encolher seu dedo mindinho afastando-se da dor até que você tire os sapatos. Se você já tocou algo muito frio, os receptores de frio foram ativados; você provavelmente vai tremer em resposta. Da mesma forma, se pressão de sentimento quando você abraçar um velho amigo, seu cérebro vai sentido a pressão do abraço ao redor de seus ombros ou corpo.
Seu cérebro pode combinar mensagens com seus receptores sensoriais. Por exemplo, quando você enrola uma toalha de algodão aquecida em torno de seu corpo após pisar fora da sauna, você está usando receptores tanto de pressão quanto de temperatura. No entanto, você sente que essa ação é devido a psicologia por trás do seu sentido de toque.
Psicologia do toque
Você provavelmente já sabe que um abraço de um ente querido pode baixar a pressão arterial e fazer você se sentir valorizado e importante. Um aperto de mão firme com um amigo pode cria uma conexão. Como você percebe o abraço ou o aperto de mão, juntamente com como seus toque os receptores recebem a pressão, está enraizada em seu cérebro.
Existem vários tipos básicos de toque que você pode experimentar:
Íntimo - Aqui, seus receptores de pressão respondem a um aperto de mão, abraço ou beijo. Se a pessoa que dá o toque é alguém que você se preocupa, você provavelmente vai se sentir quente e consolados. Seus sensores de pressão enviam a sensação de como o abraço é duro, e seu cérebro interpreta a natureza do toque como calmante.
Cura ou terapêuticos - este tipo de toque é muitas vezes associado a massagem ou acupuntura. Às vezes, a pressão é suave e significa acalmar os músculos doloridos. Outras vezes, a pressão é profunda. Apesar das diferenças de gravidade e de pressão, você provavelmente deve estar ciente de que o resultado é a cura, para que seu corpo permita que você relaxe.
Exploratória ou curiosa - todos nós aprendemos sobre o mundo através de nosso sentido do tato. Muitas pessoas testam alimentos, tecidos ou outros objetos de diferentes texturas. Às vezes é possível depender exclusivamente do sentido do tato. É por isso que é fácil para você abrir a sua bolsa e encontrar um par de chaves sem olhar. Você sabe a sensação de frio da chave de metal e a sensação suave do seu chaveiro em plástico.
Agressiva ou dolorosa - claro, todos sabemos que o toque pode também equivaler a dor, se a pressão é demais e a intenção é errada. Um aperto de mão que é demasiadamente firme pode ser incômodo em vez de tranquilizante.
Fonte: https://www.facebook.com/fisioterapiacom
Fisiologia do toque
Você tem cerca de 5 milhões de receptores de nervo sensorial na sua pele. Mas você também pode sentir dor e pressão no interior do seu corpo. Pense em dores de estômago e dores de cabeça. A maioria de seu sentido de toque, porém, vem do estímulo externo, por meio de sua pele.
Assim como acontece uma viagem rápida dos receptores de toque em sua pele para o cérebro? Quando os sensores de toque, dor ou calor na sua pele são estimulados, enviam impulsos eléctricos para seus neurônios, células especiais que retransmitem os impulsos eletroquímicos [Fonte: Adam.]. Os neurônios sensoriais então agir como uma equipe de revezamento, passando o pulso elétrico de um neurônio para neurônio até atingir a medula espinhal. A medula espinhal leva o sinal de entrada e envia para seu cérebro. Uma vez que o cérebro recebe o sinal da medula espinhal, ele converte o sinal elétrico [Fonte: Johns Hopkins].
Se seus receptores de dor enviaram uma mensagem dizendo que o sapato ficou muito desconfortável, o cérebro sabe que seu corpo está sentindo dor. Seu cérebro sinaliza para os músculos de seu pé para encolher seu dedo mindinho afastando-se da dor até que você tire os sapatos. Se você já tocou algo muito frio, os receptores de frio foram ativados; você provavelmente vai tremer em resposta. Da mesma forma, se pressão de sentimento quando você abraçar um velho amigo, seu cérebro vai sentido a pressão do abraço ao redor de seus ombros ou corpo.
Seu cérebro pode combinar mensagens com seus receptores sensoriais. Por exemplo, quando você enrola uma toalha de algodão aquecida em torno de seu corpo após pisar fora da sauna, você está usando receptores tanto de pressão quanto de temperatura. No entanto, você sente que essa ação é devido a psicologia por trás do seu sentido de toque.
Psicologia do toque
Você provavelmente já sabe que um abraço de um ente querido pode baixar a pressão arterial e fazer você se sentir valorizado e importante. Um aperto de mão firme com um amigo pode cria uma conexão. Como você percebe o abraço ou o aperto de mão, juntamente com como seus toque os receptores recebem a pressão, está enraizada em seu cérebro.
Existem vários tipos básicos de toque que você pode experimentar:
Íntimo - Aqui, seus receptores de pressão respondem a um aperto de mão, abraço ou beijo. Se a pessoa que dá o toque é alguém que você se preocupa, você provavelmente vai se sentir quente e consolados. Seus sensores de pressão enviam a sensação de como o abraço é duro, e seu cérebro interpreta a natureza do toque como calmante.
Cura ou terapêuticos - este tipo de toque é muitas vezes associado a massagem ou acupuntura. Às vezes, a pressão é suave e significa acalmar os músculos doloridos. Outras vezes, a pressão é profunda. Apesar das diferenças de gravidade e de pressão, você provavelmente deve estar ciente de que o resultado é a cura, para que seu corpo permita que você relaxe.
Exploratória ou curiosa - todos nós aprendemos sobre o mundo através de nosso sentido do tato. Muitas pessoas testam alimentos, tecidos ou outros objetos de diferentes texturas. Às vezes é possível depender exclusivamente do sentido do tato. É por isso que é fácil para você abrir a sua bolsa e encontrar um par de chaves sem olhar. Você sabe a sensação de frio da chave de metal e a sensação suave do seu chaveiro em plástico.
Agressiva ou dolorosa - claro, todos sabemos que o toque pode também equivaler a dor, se a pressão é demais e a intenção é errada. Um aperto de mão que é demasiadamente firme pode ser incômodo em vez de tranquilizante.
Fonte: https://www.facebook.com/fisioterapiacom
PESQUISADORES DESENVOLVEM HIDROGEL MAIS EFICIENTE PARA LESÕES NA CARTILAGEM
Pesquisadores das universidades americanas Johns Hopkins e Stanford desenvolveram um hidrogel (gel formado a partir da dissolução de um sólido, no caso, o polietilenoglicol) que pode reparar danos na cartilagem de forma mais eficiente do que os tratamentos utilizados até hoje. O novo método foi testado em 15 pacientes com problemas no joelho decorrentes de defeitos na cartilagem, e os resultados foram publicados nessa quarta-feira, no periódico Science Translational Medicine.
O tecido cartilaginoso, flexível e de cor branca leitosa, é encontrado em diversas partes do corpo humano, como nariz, orelha, caixa torácica e entre as vértebras da coluna. Nas articulações, a cartilagem é responsável por evitar o atrito entre os ossos, permitindo a movimentação.
Um dos métodos amplamente estudados nos últimos 20 anos para promover a regeneração da cartilagem é o chamado transplante autólogo de condrócitos, que consiste na introdução de células do tecido cartilaginoso do próprio paciente para o local lesionado. Trata-se, no entanto, de um processo complexo, que requer duas cirurgias, e também muito caro: apenas a parte laboratorial, sem contar as cirurgias, custa cerca de 30.000 dólares.
Do ponto de vista clínico, o tratamento mais comum para defeitos e lesões na cartilagem é a cirurgia de microfratura. Esse processo consiste na criação de pequenos buracos no osso próximo à cartilagem danificada. O objetivo é liberar as células-tronco presentes na medula óssea, para que elas promovam a regeneração da cartilagem.
O novo método combina a cirurgia de microfratura com a aplicação de um hidrogel que promove a regeneração do tecido cartilaginoso, aumentando assim a eficiência do tratamento. Inserido nas áreas onde há falhas na cartilagem, o gel funciona como uma espécie de fertilizante, proporcionando as substâncias e condições adequadas para o crescimento da cartilagem.
“O hidrogel promove o alicerce para a nova cartilagem crescer. Ele proporciona um ambiente enriquecido para o crescimento de tecidos – especificamente, promove o crescimento das células que compõem a cartilagem, ao mesmo tempo em que desestimula as células que criam cicatrizes na cartilagem”, disse Jennifer Elisseeff, integrante da equipe de pesquisadores, ao site de VEJA. Essas cicatrizes são responsáveis pela formação da fibrocartilagem, que pode evoluir para tecido ósseo – um efeito não desejado nesse tipo de tratamento.
Para promover a ligação entre o osso e o hidrogel, os pesquisadores desenvolveram uma substância com propriedades adesivas, que é aplicada no local antes da colocação do gel. “O adesivo funciona como um primer (tinta especial para preparação de superfícies), que fixa a tinta à superfície da parede. Ele também estimula o crescimento do tecido”, afirma Elisseeff.
Teste clínico – Depois de diversos estudos realizados com caprinos para avaliar a segurança e eficácia do método, a tecnologia adesivo-hidrogel foi submetida ao primeiro estudo clínico.
Foram selecionados 18 pacientes, todos com uma lesão na cartilagem com tamanho de dois a quatro centímetros quadrados. Dentre eles, 15 foram tratados com o adesivo-hidrogel após o procedimento de microfratura, enquanto os outros três foram submetidos apenas à microfratura, compondo o grupo de controle.
Para facilitar o preenchimento dos buracos e defeitos de formato irregular presentes na cartilagem, o hidrogel foi aplicado no local em estado líquido. Logo após a aplicação, o líquido é exposto à luz, o que faz com que, em menos de cinco minutos, ele adquira a consistência gelatinosa.
De acordo com Elisseeff, é difícil medir com precisão quanto tempo leva para que a cartilagem seja regenerada após a aplicação do hidrogel, e esse tempo pode variar de acordo com cada paciente. No caso do estudo, os participantes esperaram um tempo padrão de recuperação, e retomaram suas atividades normalmente após seis semanas.
Resultados – Imagens obtidas por meio de ressonância magnética mostraram que os pacientes tratados com o hidrogel tiveram 86% dos defeitos na cartilagem corrigidos. Nos pacientes que foram submetidos apenas à microfratura, a taxa de recuperação foi de 64%.
Dentre os 14 participantes avaliados por ressonância magnética no grupo que recebeu o hidrogel, 12 tiveram recuperação de mais de 75% da cartilagem, enquanto no grupo de controle apenas um dos três pacientes atingiu esse percentual.
Seis meses após o tratamento, sete dos 14 pacientes obtiveram 100% de integração entre o novo tecido e seu entorno, enquanto a outra metade apresentava lacunas com menos de dois milímetros. Já no outro grupo de controle, dois dos três pacientes tiveram 100% de integração.
Nenhum paciente do grupo adesivo-hidrogel apresentou crescimento ósseo, mas esse processo ocorreu com um paciente do outro grupo.
Menos dor – Quase todos os pacientes tratados com o hidrogel apresentaram uma redução significativa da dor após o tratamento. Apenas um dos 15 participantes continuou a apresentar dores depois se seis meses. No grupo de controle, um dos três pacientes apresentou redução da dor em seis meses.
De acordo com Jennifer Elisseeff, da Universidade Johns Hopkins, os próximos passos dessa pesquisa incluem o desenvolvimento de um novo biomaterial (como o hidrogel) com ainda mais funções e um estudo de maior abrangência sobre doenças das articulações.
Fonte: veja.com.br
Ciclos de dor
Várias teorias são propostas para ciclos da dor. Alguns destacam a tensão muscular como causa da manutenção da dor.
Outros propõem que os maus hábitos como postura e sedentarismo causam a dor.
Também distúrbios do sono podem levar a dor crônica. Neste caso noites mal dormidas estariam associadas aos distúrbios do humor e a dor muscular. Favorecendo a manutenção da ansiedade, depressão e dor persistente.
Porém há alguns ciclos de dor que destacam a ansiedade e o medo como fatores que favorecem ao surgimento da dor e inatividade.
Um ciclo sempre se diferencia de uma pessoa para outra, porém algumas características podem demonstrar que uma crise de dor está por vir, como: alterações emocionais, ambientais e biológicas.
Outros propõem que os maus hábitos como postura e sedentarismo causam a dor.
Também distúrbios do sono podem levar a dor crônica. Neste caso noites mal dormidas estariam associadas aos distúrbios do humor e a dor muscular. Favorecendo a manutenção da ansiedade, depressão e dor persistente.
Porém há alguns ciclos de dor que destacam a ansiedade e o medo como fatores que favorecem ao surgimento da dor e inatividade.
Um ciclo sempre se diferencia de uma pessoa para outra, porém algumas características podem demonstrar que uma crise de dor está por vir, como: alterações emocionais, ambientais e biológicas.
Assim como você já se tornou um excelente meteorologista* por prever que vai chover, você também pode usar "este poder" a seu favor e colocar em prática algumas estratégias (ex: repouso) quando alguns sinais e sintomas anunciam que a dor está por vir.
* antes da chuva há um pequeno aumento da pressão atmosférica. Articulações (ou as "juntas)" com artrose (ou outra doença que causa alteração na integridade da articulação) são sensíveis a esta diferença de pressão atmosférica e: doem sim!
Como mensurar a resistência oferecida a um paciente utilizando a Resistência Elástica Progressiva (REP)
A Resistência
Elástica Progressiva (REP), vulgarmente conhecida com Thera-band (na
realidade, thera-band é o nome de um fabricante de REP) é um equipamento muito
versátil.
As cores elásticas
determinam a resistência que o paciente deve superar em cada exercício, sendo
possível realizar exercícios para membros superiores, membros inferiores,
abdominais e alongamentos.
Com essas faixas é possível mensurar
a resistência ofertada ao paciente, o que vai muito além da cor da faixa. As faixas elásticas garantem uma resistência linear
que é quantificável, reprodutível e facilmente aplicável na prática
clínica.
Abaixo seguem alguns
dados que acompanham cada faixa elástica da marca Thera-band. O que muitas
vezes não é utilizados pelas pessoas por falta de conhecimento.
A primeira coluna
indica o percentual de deformação da faixa elástica, e a primeira linha indica
a cor da faixa elástica, e as colunas com números no meio da tabela indicam a
resistência em Kilogramas.
Assim, quando um
paciente faz um exercício no qual o thera band vermelho é deformado em 100% do
seu comprimento inicial (ou seja, dobra de tamanho ao final do exercício),
equivale dizer que este paciente estará se exercitando com uma resistência de
1,8Kg.
Outro exemplo: Vamos supor que você queira trabalhar extensão de braço contra uma resistência de 6,0 kg. Como faríamos? Se você não conhece as propriedades da REP, uma alternativa seria deitar o paciente em prono e mandar ele elevar o braço com um halter de 6,0 kg na mão - isso é meio tosco né?- . Mas agora, após ler estas mal escritas linhas, você pensaria melhor e consultando a tabela acima certamente optaria por um thera-band prata (silver) em um exercício como o da figura abaixo, utilizando uma deformação de 100% da faixa elástica. ( na figura abaixo, 1X é um comprimento inicial qualquer e 2X representa o comprimento final que é o dobro do inicial - portanto uma deformação de 100%)
Outro exemplo: Vamos supor que você queira trabalhar extensão de braço contra uma resistência de 6,0 kg. Como faríamos? Se você não conhece as propriedades da REP, uma alternativa seria deitar o paciente em prono e mandar ele elevar o braço com um halter de 6,0 kg na mão - isso é meio tosco né?- . Mas agora, após ler estas mal escritas linhas, você pensaria melhor e consultando a tabela acima certamente optaria por um thera-band prata (silver) em um exercício como o da figura abaixo, utilizando uma deformação de 100% da faixa elástica. ( na figura abaixo, 1X é um comprimento inicial qualquer e 2X representa o comprimento final que é o dobro do inicial - portanto uma deformação de 100%)
Isso serve, inicialmente para você poder registrar em prontuário a evolução de seu paciente, e, para quem gosta, como método de mensuração para um artigo científico ou trabalho de campo de conclusão de curso.
Para quem quiser saber mais, acesse o site da thera band academy , fazendo um cadastro gratuito, você terá acesso a alguns artigos e à vários protocolos e sugestões de exercícios com bolas, resistências elásticas, etc.
Você pode baixar alguns artigos também. quem quiser basta acessar os links abaixo.
SEDENTARISMO É A PRINCIPAL CAUSA DE LOMBALGIA ENTRE JOVENS E ADULTOS
Estava lendo esta notícia e achei interessante comentar aqui.
Oito em cada dez pacientes que procuram médicos ortopedistas reclamam de problemas na coluna. A principal queixa é a lombalgia, a famosa “dor nas costas”. Aqui na UDR também recebo em grande maioria pessoas com problemas na coluna, o que é muito comum, principalmente porque aqui não existe academia ou lugares que pessoas possam fazer atividades físicas supervisionada. O que sempre me leva a acreditar que o modo de vida das pessoas diz muito à respeito de suas dores:
E algumas pessoas se enquadram em todos os itens citados acima. Além de "dor nas costas", o sedentarismo e fator de risco para outros problemas, como por exemplo, os cardiovasculares, hipertensão arterial, risco de obesidade, aumentos do colesterol, diabetes, câncer do colo, da mama e do reto.
Oito em cada dez pacientes que procuram médicos ortopedistas reclamam de problemas na coluna. A principal queixa é a lombalgia, a famosa “dor nas costas”. Aqui na UDR também recebo em grande maioria pessoas com problemas na coluna, o que é muito comum, principalmente porque aqui não existe academia ou lugares que pessoas possam fazer atividades físicas supervisionada. O que sempre me leva a acreditar que o modo de vida das pessoas diz muito à respeito de suas dores:
- sedentarismo
- obesidade
- má postura
- profissão
E algumas pessoas se enquadram em todos os itens citados acima. Além de "dor nas costas", o sedentarismo e fator de risco para outros problemas, como por exemplo, os cardiovasculares, hipertensão arterial, risco de obesidade, aumentos do colesterol, diabetes, câncer do colo, da mama e do reto.
É comum pessoas justificarem o sedentarismo devido a correria do dia-a-dia, estresse, estudos, necessidade de horas em frente ao computador. A vida tem sido facilitada porém, atividades que nos faziam movimentar hoje são por várias vezes automatizadas, ganhamos tempo, mas, perdemos em qualidade de vida.
Nosso corpo é uma máquina feita para o movimento, e a falta do mesmo, nos leva aos problemas. Dores musculares, diminuição de flexibilidade, articulações rígidas e diminuição da resistência cardiovascular são os principais problemas, que nos levam aos desconfortos.
A boa postura e alongamentos são essenciais no dia-a-dia. Também a prática de exercícios no mínimo 30 minutos por dia, alimentação balanceada, ajudam a reduzir os riscos e melhorar a qualidade de vida.
Fonte: diabetes.etc.br
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